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Steven Tyler Tricolor
Publicado em 28/mai/2010 por Aline Cardias.
Tags: mística camisa tricolor
Enquanto me deslocava para acompanhar o espetacular show do Aerosmith, percebi algumas camisas do Grêmio circulando em meio ao preto característico das bandas de rock. De imediato, pensei que seria muito legal se, porventura, alguma delas fosse parar no palco, nas mãos do Steven Tyler.
Nosso amigo Richard Ducker (www.ducker.com.br), não só pensou a mesma coisa como fez acontecer. Esperou durante o show o momento certo da camiseta ser atirada para o palco e, igualmente vista pelo vocalista.
Dale Grêmio!
O vídeo é uma compilação das imagens captadas pelo Ducker e pelo Fabiano Furtado.
Confere aí.
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A Noite do Desafio
Publicado em 26/mai/2010 por Aline Cardias.
Tags: campeonato brasileiro, desafio, vamos grêmio
De volta à sua casa, o Grêmio tem esta noite o desafio de encarar a natural desconfiança da torcida após a desclassificação na Copa do Brasil e a última derrota bem chatinha no BR que – apesar de estarmos na terceira rodada da competição – nos coloca na indigesta 18ª posição na tabela.
Desafio que passa pelas mãos do técnico Silas de, mesmo com os muitos desfalques, colocar à campo uma equipe que entenda a exigência urgente pelo resultado e vença o Avaí.
Desafio de aguentar a pressão iminente do momento e, de fato, dar o primeiro passo que nos tire desta nhaca e recomecemos uma recuperação.
Desafio dos discursos evasivos começarem a, efetivamente, dar lugar a atitudes mais práticas e eficientes.
E tu, tá a fim de encarar mais este desafio com o Grêmio? Nos vemos no Monumental.
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Temos que dar a volta
Publicado em 25/mai/2010 por Aline Cardias.
Tags: campeonato brasileiro, Gremio Copero, reflexão, tradição
Na prática, o Grêmio de hoje segue nos remetendo àquela tecla que temos batido há tempos por aqui. A conquista – obrigatória – do gauchão, a maravilhosa vitória no Grenal no aterro amargo e a histórica virada pro Santos, no Olímpico, de certa forma nos brilharam como uma “luz no fim do túnel”. Mas não passou disso. Apenas uma momentânea ilusão que foi descoberta pelos mesmos motivos que decretaram insucessos anteriores.
Como bem exemplifica o Leo – e iriei repetí-lo porque nunca é demais lembrar – o Grêmio está “longe demais das origens… molenga, frouxo na marcação, bundão no discurso, apático no olhar, alheio à tradição copera, ao futebol ortodoxo”. Não bastasse, carecemos de grupo forte. Isto é fato. Não quantidade, mas qualidade. Tanto que fomos pegos por inúmeras lesões de titulares e parimos uma bigorna para que o time não sentisse as reposições, como acabou sentindo. O Silas não chega ser mau treinador, mas infelizmente não “está” treinador para o Grêmio – além de querer transformar o Tricolor numa filial do Avaí visto sua predileção pelos jogadores do ex-clube -, assim como a equipe também deixa a desejar quando falamos efetivamente em brigar por conquistas mais significativas. Talvez reflexos de uma direção que nem nos discursos consegue transmitir confiança e o mínimo de comando. São desculpas esfarrapadas sobre desculpas esfarrapadas, mas atitude que nos leve ao topo e não ao quase, nada. Isso sem falar na complicada questão financeira que acaba sempre como “justificativa” pra que as coisas não aconteçam.
É penoso ter que novamente disputar uma competição, como o BR – pensando, com muito otimismo, em apenas garantir uma vaga à Libertadores. Não que esta não seja importante. É nossa obsessão vitalícia. Mas não seria melhor que a disputa da Copa viesse através de um título? Contentar-se com vagas é pouco pra um clube com a história do Tricolor e sua torcida.
O presidente Duda Kroeff faz sua parte ao chamar o torcedor neste momento. A torcida, na verdade, nunca deixa de estar ao lado – nós do Grêmioo Copero, ao menos, nunca deixamos – mas deve saber bem nosso mandatário que somente apoio incondicional não faz uma equipe vencedora. O time em campo, o técnico na casamata, os dirigentes nos camarotes também precisam querer. Chega de conformidade, de ficar chorando as pitangas por isso ou aquilo. A cobrança deve vir sim, na mesma proporção do apoio. Temos que dar a volta por cima e, de preferência, que seja uma volta Olímpica.
Amanhã, alento tradicional pra vencer o Avaí e recomeçar.
Dale Grêmio!
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Que Grêmio?
Publicado em 21/mai/2010 por Aline Cardias.
Tags: seguimos
Confesso aos leitores do Grêmio Copero que tenho andado sem saber o que escrever sobre o momento pelo qual vive nosso querido e amado Tricolor. Como falei na quarta, antes do jogo, minha cabeça é um misto de sensações. Por mais que soubesse que seria muito complicada a partida contra o Santos, não dava pra deixar de acreditar que, por mais encardido que fosse, sairíamos da Vila classificados à final. Aquela coisa de recorrer à história e desejar que, por ser o Grêmio em campo, tudo se torne possível.
Mas aí veio a quinta-feira, bem diferente da que esperava, e a realidade ainda era a mesma. Tem toda razão os amigos Leo e Charles nas suas colocações (vide posts pós jogo). O Grêmio vive um sina desgraçada do quase, da falta de pulso, de comando, de brio e, principalmente, de HISTÓRIA DE GRÊMIO.
Meus sobrinhos Vitor e Vitória – figurinhas que já apareceram por aqui - nem precisaram ser “catequizados”. Nasceram com a responsabilidade de levar às próximas gerações o gremismo puro que emana na família desde sempre. Mas este Grêmio, o mesmo que inspirou este blog, eles só conhecem através de páginas amareladas de jornal, de vídeos velhos de vhs, das histórias que meu pai, meu irmão e eu, que vivemos muitas das grandes glórias do clube, transmitimos a eles. Nossos pequenos gremistas ainda não viram o GRÊMIO CAMPEÃO.
Que Grêmio as crianças desta geração lembrarão?
Que histórias estão sendo deixadas pra contarem daqui 10, 20 anos?
Uma década maldita. E por mais que seja imprescindível manter viva entre eles a nossa história imortal, aquela que nunca será apagada, eles precisam também vivenciar as suas glórias para que, assim como nós, possam de verdade fazer parte delas.
Neste sábado, contra um perdido e despedaçado Palmeiras, começamos a famigerada retomada. Correr atrás do prejuízo no BR pra tentar ficar entre os quatro se a vaga à Copa por acaso não vier na Sulamiranda. Muito prematuro ainda falar em disputa de título no certame. O Grêmio tem muito que aprender desses quase 10 anos sem título expressivo. Necessita, sim, de reformulação, esta que não deve se restringir somente às quatro linhas. Passou da hora dos homens que comandam nosso Grêmio trocarem os discursinhos conformados por conquistas significativas.
Continuas, Grêmio, um sentimento sem explicação.
Avante!
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Um só Grêmio
Publicado em 19/mai/2010 por Aline Cardias.
Tags: Copa do Brasil, Gremio Copero, imortalidade, semifinal, vamos grêmio
Enganadora boa noite de sono. Bastou o despertar de sonhos tranquilos pra apreensão e o nervosismo tomarem conta do meu corpo. O jogo da noite não sai da cabeça. Não tem trabalho, música, leitura que me faça desvincular da decisão de logo mais. Sou um misto de sentimentos, sensações…uma gangorra que tramita entre a crença e o sofimento antecipado. Desisti de contar as vezes que peguei meu coração quase saindo pela boca.
Não é a primeira vez e certamente não será a última que o Grêmio nos proporciona momentos de tensão como este e que, por incontáveis vezes, antecederam momentos de glória.
Ainda a nosso favor uma vantagem, que foi construída da maneira mais gremista que pode haver. Mas hoje o jogo é outro, os ânimos são outros, os jogadores são outros. O que não pode ser diferente é a entrega, a vontade, a mística do Tricolor de Porto Alegre.
Deixo de lado a escalação dos onze. Quem veste pela primeira vez o manto sabe da responsabilidade que carregará até seu último dia de Grêmio. Que representantes da imortalidade, se assim precisar, tornem-se todos. O Tricolor desta noite precisa ser um só: copero, destemido, bravo.
Estou contigo, Grêmio, até o fim!
Vamos Tricolor!
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Contigo, Grêmio, até o fim
Publicado em 12/mai/2010 por Aline Cardias.
foto www.ducker.com.br
Se eles vierem com a técnica, nós iremos com a raça
Se eles vierem com a raça, nós iremos com o coração
Se eles vierem com o coração, nós iremos com a vida
Se eles vierem com a vida, nós iremos com a IMORTALIDADE.
Vamos, IMORTAL TRICOLOR!
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E lá vamos nós, novamente
Publicado em 05/mai/2010 por Aline Cardias.
Tags: Copa do Brasil, quartas-de-final, vamos grêmio
Diretamente, o jogo desta noite (ainda) não vale título. Mas é decisão e nossos espíritos e corações devem estar devidamente preparados e em dia pras emoções que podem nos aguardar esta partida de quartas-de-final.
Não espero um Grêmio eufórico pela conquista do Gauchão, achando que pode tudo contra o Fluminense. Porém, quero o time indo pra cima, buscando liquidar a fatura o quanto antes, sem riscos e surpresas.
Certamente, o fator “regulamento embaixo do braço” não será esquecido, afinal, vale tudo numa competição de tiros curtíssimos como é a Copa do Brasil. Mas espero que, desta vez, mesmo sabendo da pré-disposição (e especialidade) gremista por este expediente, ele não precise ser utilizado.
Equipe desfalcada no aspecto técnico. Também por isso a destacar a importância da boa vantagem construída no primeiro jogo.
Sai uma referência na zaga, retorna outra. Num jogo com características como o de hoje, importante o setor defensivo não estar completamente “a Deus dará”, já que Edílson, o titular da direita, também não joga.
E o Rochemback, que até bem pouco andava preterido mesmo entre os reservas, vem aí. Sem entrar no mérito da sua qualidade, que meta mais uma bucha daquelas contra o Avaí e estamos conversados.
Com todas as ausências em função de lesões e cartões, e contando também com uma pontinha se sorte, Silas tem conseguido utilizar os atletas do grupo de forma a não prejudicar o estilo de jogo. Jogadores têm entrado e dão conta do recado sem comprometer. Grupo fechado e disposto pelo objetivo. Me serve.
E se o time do primeiro jogo muda, espero que o ímpeto, a entrega e bravura daquela mesma partida sejam proporcionalmente redobrados. Não sei se teremos noite de Monumental lotado, mas pulsante e sequioso pela classificação, disso ninguém duvida.
Com o Grêmio, sempre.
Vamos Tricolor, queremos a Copa!







