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Das máximas a melhor…
Publicado em 30/nov/2009 por Leonardo Fleck.
…nada como um dia depois do outro.
Em 2008 o SPFC foi campeão brasileiro com três pontos a mais do que o Grêmio e o mesmo número de vitórias. O Sport Club 2006, na ocasião, fez aquilo que esperam que nós não façamos em 2009, mas que até aqui estávamos fazendo, jogar o jogo. Eu mesmo, aqui nesse espaço, agradeci aos jogadores do Grêmio por jogarem pela honra, mesmo não tendo nada mais a fazer nesse campeonato, sem pensar se isso ajudaria por tabela aquele que não fez o mesmo conosco quando teve oportunidade. Mantivemos, pela primeira vez na história dos pontos corridos, um estádio imbatível durante toda uma competição. Tarefa cumprida, tabela marcada, co-irmãs nervosas e esbaforidas ameaçando com o rigor da “REGRA” (que ninguém além deles conhece, mas que mesmo assim não respeitam), incentivando nos microfones o Grêmio a fazer jus a sua história. Pode parecer piada, mas quem não tem história, nem moral, nem exemplo de galhardia nenhum, pede, encarecidamente, que o Grêmio os ajude. Seguiremos teu exemplo, 2006.
Vocês, amargos, perderam o campeonato brasileiro DENTRO DO MONUMENTAL, tomando de relho a virada no GREnal do centenário. 100 anos de batismo e o presente, tardio, virá à cavalo no próximo domingo. Esperem todas sentadas.
(…)
Aos gremistas mais desesperados que arrancam os cabelos tentando entender porque o Grêmio não deixou de pontuar em todos os jogos contra adversários diretos do 2006, prejudicando a classificação destes à Libertadores, respondo, porque assim será melhor. O 2006 será, pra sempre, monocopas.
Nota: Em 2008, o São Paulo assumiu a liderança do Brasileirão na 33ª rodada, justamente no jogo contra o 2006.
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Conmovedor, hermano!
Publicado em 19/nov/2009 por Leonardo Fleck.
A velocidade de pensamento E execução na jogada em que originou o primeiro gol, e depois a explosão de força na marcação do segundo. O Hansen já listou alguns Maxi-motivos pro Grêmio segurar o melhor matador que teve a honra de vestir o manto desde Jardel.
Comovedora a vibração do guri Maylson, comemorando o gol do Rafa Marques.
Comovedoras as palavras do jogador Tcheco e do torcedor Tcheco que o Grêmio, VERGONHOSAMENTE, deixa sair de casa. Gostem ou não do teu futebol, que tenhas teu nome gritado e faixas de agradecimento por todos lados no Monumental no dia da tua despedida.
Comovedor o Grêmio, comovedor o amor próprio. Comovedora a dignidade, o honrar a camiseta, o não importar-se em ser e agir como um clube grande de fato, em portar-se como patrão, amo e senhor, jamais como ribeirinho, em respeitar uma tradição de glórias, de epopéias, comovedor o caráter, o temperamento, o honrar as três cores sagradas e, sobretudo, a torcida que canta por elas!
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Pela tradição.
Publicado em 17/nov/2009 por Leonardo Fleck.
Se o valor que o Vidarte publicou no blog dele estiver correto, e deve estar, Victor e Réver deveriam ter um reajuste salarial de 100%. Já escrevi aqui que o Víctor deveria ser chamado pelo presidente e ser convencido a permanecer no Grêmio por 10 anos, ao menos, com compensações financeiras óbvias. O Grêmio precisa manter seus emblemas e a torcida ter seus ídolos mantidos pelo maior tempo possível. Também no blog do Vidarte sai a público a informação de que Mário Fernandes e Maxi López serão adquiridos e deverão permanecer no Grêmio. Réver disse que quer ficar ao menos por mais um ano, quer um título. O mesmo diz Tcheco pra quem quiser ouvir. Muita gente torce o nariz pra ele, muita gente gosta dele. Eu sou um dos que está no segundo grupo. Sempre o defendi e sempre o defenderei. É gremista de coração e não me importa que não tenha ganhado nada de expressão com o Grêmio. Não ganhou ainda. É um jogador fundamental nas bolas alçadas, estabiliza o meio de campo, vibra muito. Basta ter a cabeça no lugar.
Em comparação com os demais times brasileiros, estou convicto de que o time do Grêmio é um baita time, estou convicto de que o Grêmio só não está disputando o título porque faltou gremismo ao Grêmio de Autuori. Autuori foi um erro compreensível de avaliação e sua incompreensível manutenção insistente foi o desespero da direção em justificar tanta espera. Autuori fracassou. Autuori passou. 2009 passará. O primeiro jogo pós-ele já motivou a recepção do time no aeroporto. Não foram recepcioná-lo devido ao EMPATE que beneficiou por tabela o SC2006. Não foram recepcioná-lo devido a classificação à Libertadores. Não foram recepcioná-lo para agradecer pela campanha pífia nesse campeonato e nos outros. Foram recepcioná-los, senhores, para demonstrar à todos vocês que estávamos com saudades do Grêmio. Para demostrar à todos vocês, no Grêmio, como queremos que sejam as coisas.
“O Grêmio voltou”, comentaram alguns aqui no blog. Terminou a pasmaceira, a conversa-mole, a lenga-lenga, a ponderação na prática do esporte. Grêmio é loucura, é destemor, é entrega, é combate, são os dizeres estampados nos trapos de arquibancada: “não ao fair play”, “treino é jogo e jogo é guerra”. Grêmio é honra, é jogar pela camiseta, é exigir-se o máximo, ao máximo, é beneficiar o rival, se assim suceder, mas jamais abrir mão dos códigos, do amor próprio. Grêmio é tradição vencedora, combativa, de imposição física. Grêmio é pela força, pela raça, pela entrega, pelo brío. Peço discursos condizentes com essa tradição e com esse estilo de praticar o tal de futebol. É cansativo ouvir desculpas que não tenham esse norte, tentando justificar sem haver entendido que é porque nos afastamos da nossa essência. O problema sempre foi o afastamento da essência. Não à toa sempre pedimos um Grêmio mais Grêmio.
Perdemos, por erro de avaliação e “perfil”, ótimos dois reforços. Gilberto e Marcelinho Paraúcho. Bem, acho que quem avalia é um tanto míope para o tal de futebol e adota discursos por demais pouco refletidos. Se forem os mesmos que avaliaram e insistiram com o técnico, espero, apenas, que não permaneçam avaliando para o ano próximo. Hugo serve, Gilberto não. Curioso. Gosto dos dois, entretanto.
Dos jogadores que estão, Víctor, Réver, Mário, Souza, Maxi, Tcheco, Leo, Adílson, Rockembach, Rafa Marques, Lúcio, Jonas, Douglas Costa. É um belo time e com ótimas opções. Deveriam ser mantidos todos.
Perea, Herrera, Túlio, Thiego, (acrescente o teu) so long, até logo, adiós. Rechear o grupo com a gurizada da base, trazer um xerifão uruguaio de nome Lugano, um 5 blindado e… nada mais. Apostar na base MESMO. Leandro, Borges, Hugo? Ahmm, se dobrarem o salário dos dois referidos no começo do texto sim, se não, que sejam valorizados os que merecem ser e que a gurizada tenha chance.
Que tratem o Grêmio com a grandeza do Grêmio e com devoção à tradição da escola tricolor. Sem invencionismos, sem ideias muito além das fronteiras. Queremos o penta.
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Ordem natural das coisas.
Publicado em 14/nov/2009 por Leonardo Fleck.
Expulsão por agressão, inferioridade numérica, juíz peitado, empate peleado buscado além do tempo regulamentar (com gol de argentino), torcida adversária silenciada. Fim de papo.
É o Grêmio que cala! É o Grêmio que ensina, com o exemplo do irmão maior, o que é honra. Ordem natural das coisas.
Welcome back, Rospide. Por mim, a casamata é tua.
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O que segue.
Publicado em 09/nov/2009 por Leonardo Fleck.
Paulo Autuori não seguirá no Grêmio. É um profissional respeitado e, como qualquer um de nós, não recusaria uma oferta multi-milhonária a câmbio de manter-se em um clube que não ama. Sem dramas, são as regras do jogo. Em outra mão, será a chance da era Kroeff de se redimir com a tradição da escola gremista e apontar prum caminho em que o gremismo seja abraçado pelo Grêmio novamente.
Li agora que o Mauro Galvão também não permanecerá. Honestamente, pouco muda, afinal, não sei bem o que ele fez até aqui.
Sobre dentro de campo, eu não quero nem saber de quem virá se antes não confirmarem a permanência do Maxi López. Ou vão entregar mais um de bandeja pra outro clube brasileiro?
Vítor, Réver, Mário. Manter a base, aproveitar a base e trazer um BAITA xerifão.
Que venha a copinha.
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Sobre os trilhos, trem?
Publicado em 11/out/2009 por Leonardo Fleck.
E eles dizem que “só faltou isso”, ou que “só faltou aquilo”. Força, detalhes, sorte. Amontoados de asneiras, de blablablas. Nosso Grêmio é uma caricatura de Grêmio, tão triste, tão verdadeiro.
Em nome da coerência, da convicção, do planejamento, do investimento feito e da espera dispensada, nada mudará no Grêmio. Não precisamos mais esperar por goleadas de 1×0, sofridas, encardidas, gloriosas. Serão sempre massacres de lindos gols, goleadas de brilho reluzente, pingos bregas e deploráveis de amor nas arquibancadas do Monumental e só nas arquibancadas do Monumental.Ou então não será nada. O “vai ou racha” já não tem lugar aqui. São estilos, escolhas, escolas. Não é o meu estilo, nem é o do Grêmio, não é minha escolha, nem fomos educados assim. Hoje, depois de ontem, depois de tanta chuva no molhado, depois de sem êxito, descansar essa tristeza e a minha saudade de ti, Grêmio, vim aqui dizer que te amo, aconteça o que acontecer. É o peso da história, a força das três cores sagradas! A mística da imortalidade. Todos eles passarão.
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360 grados.
Publicado em 08/out/2009 por Leonardo Fleck.
Tags: 360 graus, ducker, olimpico monumental
Mais um ótimo serviço prestado pelo gremista Richard Ducker em seu site. Imagens do Olímpico Monumental em 360º, nas palavras do próprio “…esta seção tem dois objetivos, que são deixar um registro do Estádio, já que nos mudaremos em breve para uma nova casa, e fazer com que o pessoal que mora longe de POA conheça nossa casa, uma vez que não podem visitar o estádio frequentemente…”.
Parabéns Ducker pelo trabalho e pelo resultado.










