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O fato ou a interpretação dele?

Publicado em 18/fev/2011 por .
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Em 1995 o Grêmio ganhou o Gauchão com o banguzinho, a Libertadores com os titulares e chegou a final da Copa do Brasil, perdendo o título em casa com a própria torcida cantando o hino do clube ao final da partida, em mais uma demostração de grandeza, agradecendo a entrega e o desempenho tidos até então. Pra quem não lembra, as três competições eram disputadas como ainda são hoje, no primeiro semestre. Aonde quero chegar? Bom, não acho que os clubes que disputem a Libertadores devam ser punidos com a proibição de disputar a Copa do Brasil e, entre o Gauchão e ela, Gauchão serve pra quê, mesmo? Também não acho justo com os jogadores expô-los a semelhante massacre físico. Que joguem os clubes do interior, campeão e vice entram na Copa junto a dupla Gre-nal ou ainda, que os primeiros 4 colocados disputem posteriormente, em duas chaves encabeçadas pela dupla, um triangular cujos campeões fazem a final em ida e volta. Resolvemos o Gauchão pra dupla em um mês e não se fala mais nisso.

A própria Copa do Brasil já é digna de questionamentos, essa matéria aqui levanta algumas bolas pra área, não dependerá do talento de goleadora da avó do amigo leitor pra empurrar alguma delas pra rede.

Sobre a estréia ontem, além de tudo que já foi dito e escrito por aí, se alguém duvidou do acerto na vinda do Carlos Alberto e, consequantemente do critério do Portaluppi ao trazê-lo, duvidou até ontem. Não que eu entraria em campo sem dois volantes de ofício, mas essa é outra história. Da gosto de ver sair e entrar do time jogadores de hierarquia, temos plantel pro título, torcida pro título, treinador pro título e fome obsessiva de glória. E um elogio que devo há algum tempo, apesar de o ter defendido quando queriam a sua saída, tá jogando muita bola o capitão Rochemback. Em tempo, até a braçadeira de capitão da Topper é mais decente que a da Puma, até a braçadeira!

Não, não foi penalty, mas há alguma dúvida de que não nos importa no mais mínimo como venha a vitória, desde que não paguemos ninguém por ela? Tá, eu sei que essa é uma questão moral, mas já que é impossível evitar o erro humano, já passou da hora de errarem também pro nosso lado, não é mesmo? De forma torta haveria um equilíbrio, oras, é isso ou a ajuda eletrônica, o fato ou a interpretação dele, o que será?

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Não diga mídia, diga imprensa.

Publicado em 11/fev/2011 por .
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Quem sairá da lista da Libertadores para a entrada dos três novos contratados? Saberemos 48hs antes do jogo de quinta-feira. Especular pode? Pode. Mas não vou.

Escutaram a entrevista aqui de baixo publicada pelo Charles, feita com o ex-presidente Rafael Bandeira dos Santos? Não? Então escute, ora bolas.

Um atento e preocupado leitor, Alex F. Netto, enviou-nos o histórico do Grêmio em terras colombianas, com sete jogos, cinco derrotas, um empate (taça no armário 95) e uma vitória.

Segue:

Taça Libertadores de 1983 – edição que o Grêmio sagrou-se campeão pela primeira vez.

Seguna Fase – 24/06/83 América de Cáli 1×0 Grêmio Cáli (COL)

http://www.bolanaarea.com/libertadores_1983_tab.htm

*O Grêmio só foi a final do torneio porque o mesmo América de Cáli empatou c/ o Estudiantes em Cáli, tirando as chances do clube argentino ir à final.

Taça Libertadores de 1996 – o Grêmio de Felipão disputava o torneio como campeão da América de então.

Semi-Final – 12/06/96 América de Cáli 3×1 Grêmio Cáli (COL)

http://www.bolanaarea.com/libertadores_1996_tab.htm

*O clube colombiano acabou com o sonho do tri-campeonato da América.

Taça Libertadores de 2003.

Quartas de Final – 29/05/03 Independiente 2×1 Grêmio. Medellín(COL)

http://www.bolanaarea.com/libertadores_2003_tab.htm

*Mais uma vez um clube colombiano acabou com o sonho do tri-campeonato da América.

Taça Libertadores de 2007 – edição que o Grêmio era presidido pelo pres. Odone e na qual alcançou o vice-campeonato.

Fase de Grupos ( Grupo 3 )

15/03/07 Deportes Tolima 1×0 Grêmio Manuel Murillo Toro (COL)

11/04/07 Cúcuta Deportivo 3×1 Grêmio General Santander (COL)

http://www.bolanaarea.com/libertadores_2007_fase2.htm

*Nas duas partidas em solo colombiano, o Grêmio sofreu duas derrotas.

Acrescento por minha conta o jogo do título de 1995 e contra o Boyacá Chicó de 2009. Empate com faixa e vitória, respectivamente. Não acho que o Grêmio tenha algo que temer nessa primeira fase, Portaluppi e comandados estão focados, o homem conhece o Grêmio e os caminhos que levam à grande Copa como ninguém, mas entendo a preocupação.

Domingo contra o Novo Hamburgo, berço dos editores deste pequeno site, espero que um empate sirva para ambas equipes, do contrário, que o Grêmio massacre sem piedade ao quase centenário Anilado.

Semana próxima a Topper finalmente apresentará o novo fardamento. Espero que entendam português e que tenham lido as manifestações deste e outros espaços tricolores em relação a Puma. Qualquer listra mais larga que três dedos e a cota de tolerância já estará cumprida.

Sem mais, dale Grêmio.

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Jamais temer!

Publicado em 24/jan/2011 por .
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Estou no Brasil para breves férias. Meu pai, o maior gremista vivo, mostrou-me o celular com um aviso da saída do Jonas.

“Adeus Libertadores, acabou tudo” – pensei.

No meu peito, estampado na camiseta, “Slint”. Não sei por qual razão lembrei dessa gente do Kentucky, lembrei de “Washer”, lembrei de vê-los ao vivo, em shock, nas terras de Thatcher. Pus “Washer” enquanto escrevo isso. De alguma forma tudo está relacionado e, além disso, faz sentido.

Pro inferno com a gestão sem títulos e desse contrato de aborto com o Jonas legado pela era D.K. Que se expliquem se explicação houver.

“…I know it’s dark outside
Don’t be afraid…”

Nós somos o Grêmio, sempre Grêmio!

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Aos mortos, que enterrados sejam.

Publicado em 11/jan/2011 por .
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Volto de curtas férias ao topo da América, literalmente. Aconcágua, Mendoza. Auto presente involuntário estar fora do alcance internético nesse período de pré confirmação da pilantragem.

Felipão Scolari deu recentemente uma lição de amor à camiseta pra amargo nenhum botar defeito. Renato Portaluppi o faz reiteradamente – ambos multicampeões pelo clube do coração. Não precisamos de ídolos para vender camisetas, precisamos é dos bons exemplos. Aos irmão$, que fixem o pagode em outros pagos, seguramente, mais seguros e mais alegres e mais cheios de opção noturna pra manter o foco bem posto na cuíca.

Aos mortos, que enterrados sejam. Mas que não ouse lesionar-se pro confronto contra o Grêmio no Olímpico, de pilantra a cagão não há biografia que resista.

Aos amigos e leitores desse pequenino espaço gremista: saúde, boa companhia e Libertadores da América a todos!

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É o Grêmio o que nos importa!

Publicado em 14/dez/2010 por .
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O espírito deve ser este!

Os amargos são responsáveis pelo maior vexame na história do futebol mundial, não há precedente pro que os ribeirinhos cometeram no dia de hoje. Como bem disse o Hansen, hoje será para sempre o Amargo`s Day. E contribuo, é irrevogável. É este o adversário que me recordo desde a tenra infância, uma piada, uma lástima. Mas a flauta deve estar na torcida e só na torcida. Que o estimado Eduardo Antonini brinque com a contratação dos atacantes do Mazembe ou que especule sobre eles como adversários para a inauguração da Arena, mesmo que em evidente brincadeira, não fica bem. O Grêmio sempre foi maior, podem nos haver igualado em títulos, jamais em grandeza! Altitude senhores dirigentes, deixem os amargos pro Congo, tragam-nos de volta a América!

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Obrigado, Portaluppi.

Publicado em 09/dez/2010 por .
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É chegado o tempo de mais um geração entender e testemunhar o que significa Renato Portaluppi *santificado sejas* em uma Libertadores com o Grêmio. Que chegue logo!

PS: Avisados do desconforto que sentíamos, fardaram azul e deram a volta!

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Ganhe quem ganhar, o vencedor será o Grêmio.

Publicado em 03/dez/2010 por .
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Não importa o vencedor da Sulamiranda, importa é que esse torneio não serve pra nada! Melhor pro futebol se o Independiente ficar com o título, pois beneficiará por tabela a outro grande e tradicionalmente copero. Ponto. Mas é duro se ver obrigado a torcer pros que vestem vermelho. Quanta amargura, Independiente. Todos os clubes brasileiros, minimamente organizados, surraram sem piedade o clube de goiânia durante todo o brasileiro. No afam de sorrir com a iminente desgraça alheia, deparamos-nos com um vermelho incumbido de complementar a demolição moral do verde clube, aí meu velho… haja boa vontade nessa vida, que timinho ruim, che! Espero que volte a memória copera aos de Avellaneda, ou que o Goiás se borre todo no novo e minúsculo Libertadores de América. Oremos.

Maldito árbitro que nos garfou contra o próprio a nossa classificação à seguinte fase dessa copinha. Admitamos, ao Grêmio de Renato não lhe falta inclemência, nem memória.

Dito tudo isso, não podemos jamais esquecer que temos que ganhar do Botafogo. Foco e casa cheia!

Poderemos até não disputar a Libertadores de 2011, mas a seguinte venceremos!

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