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A pauta, quem pauta?

Publicado em 07/abr/2011 por .
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Entre bocejos apago sem ler dezenas de e-mails. Atenho-me, entretanto, a uma numerosa e acalorada sequência de nomes e adjetivos, o gmail é uma beleza. E-mails empilhados numa lista de discussão de gremistas atuantes, logo, não me incluo. Mas também não me eximo. O tema é a imprensa, mais precisamente, os jornalistas esportivos. Eu me interesso pelo que noticia a imprensa esportiva, sobretudo a gaúcha. Considero o jornalismo pilar fundamental em uma sociedade democrática onde a liberdade de imprensa não é só o verso que rima com os meus versos, ou o vento que sopra para o lado em que caminho. Que sejamos todos livres para discordar, se necessário for, eis um belo exercício. Adiante.

O ponto na discussão não era a liberdade de imprensa, nem a falta dela, sim a reiterada falta de profissionalismo de parte de alguns jornalistas que se desempenham nos veículos de comunicação, o que pode levar a muito pagador de impostos passional – assolado por um rompante de raiva – a deixar sair o pequeno Fidel que habita dentro. Suspeita-se que muitos jornalistas são pautados nas sombras por aqueles que não os PODERIAM pautar. Suspeita-se que a má fé pode ser adquirida. Suspeita-se que a eles se oferece uma fatia do bolo. Que há comissão na compra e, sobretudo, na venda de atletas. Suspeita-se que plantam mentiras, intrigas e que joguem o jogo que lhes é pedido para jogar, mesmo que esta prática não se encontre determinada no código de ética da profissão. Suspeita-se que a promiscuidade envolva a jornalistas, dirigentes, empresários, agentes. Uma festa. Porca. Sabe-se, ao menos, que essa gente não é séria no desempenho da profissão. Não acho que os devemos levar ao paredão, mas, democraticamente, jogar luz nas trevas em que rastejam. Que a opinião pública decida.

To be continued…

Twitter.
Twitter copero.

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Bloodbuzz Olímpico Monumental.

Publicado em 25/mar/2011 por .
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Gremio x Inter SM RS11   1022 300x199 Bloodbuzz Olímpico Monumental.
Foto: Richard Ducker.

Enquanto no Catar anunciava-se um guarda-chuva voador, no sul do mundo azul o logo da Coca-Cola emporcalhava de vermelho o gramado sagrado do Monumental em dia de tempestade de gols que inútil não apagará o fogo que consome o Conselho Deliberativo. Um pouco mais ao sul, do mesmo mundo azul, pergunto, haverá algum dia dissenso respeitoso novamente?

O melhor do Gauchão é a estética. Lamento muito a grama do Olímpico ser tão boa – saudade sincera do potrero pré-95 – aquilo sim era campo. Aos apreciadores do referido campeonato sugiro que iniciem uma campanha contra os responsáveis!

Aproveito o texto para outra pergunta, desta vez seminal, não se fabricam mais camisetas do Grêmio manga-longa não?

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Alarmes soando.

Publicado em 17/mar/2011 por .

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Imortalidade contra pigmeus nao enche barriga. Isso posto, afirmo: teremos que parir uma bigorna para classificar como líderes do grupo, quizás até para classificar. Haja mística nessa camiseta!

Honestamente, nao entendo porque jogam Vicosa, com cedilha, e Clementino (um jogador com prazo de validade de 2010?), estando Escudeiro no banco. De todas formas, nao vou encrencar com isso no momento. O que preocupa mesmo é a producao geral do time, ou melhor, a falta dela. Longe de ser a máquina mortífera que nos trouxe até a Libertadores, o Gremio se ressente muito do suicídio de Jonas, demais para um clube do tamanho do nosso. A defesa é um significativo e chamativo desastre constante nas bolas aéreas. Ataque que nao mata e defesa que faz água é guerra perdida antes de chegar ao campo de batalha. Assim de simples.

>>> Rochemback continua gastando a bola e a merecer muito respeito.

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Um capítulo mais.

Publicado em 12/mar/2011 por .
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Dois centroavantes de área utilizados ao mesmo tempo sem a presença insistente de laterais agudos cruzando bolas desde o fundo serve? Servirá? Tenho dúvidas também quando as insistentes tentativas de infiltração a frente da área. Jonas, ou alguém como Jonas, faz sim falta. Quis o previsível que logo o André Lima se lesionasse. Infelizmente perdemos por período mais longo do que o razoável a presença de um batalhador e peça aérea fundamental na acertada decisão de levantar toda e qualquer bola parada para dentro do fedor. É falta pro Grêmio? Na intermediária? Ótimo, que subam todos e que se instale o pânico! Afinal, sempre poderemos contar com a graça atrapalhada de uma defesa insegura e com 99% de incapacidade de 99% dos goleiros em sair bem nas bolas aéreas. Talvez por linhas tortas o Santo encontre em Escudero, ao lado de Borges, a solução a parte das questões comentadas. Também por linhas tortas os autores dos gols gremistas na final do primeiro turno estiveram em campo. Não fosse o curto-circuito corintiano e Magrão já teria sido, na data do jogo, ex-jogador do Grêmio; não fossem os sul-coreanos e Rafa Marques estaria sentado a direita dO homem, criador do inferno na Terra, no banco de reservas. Não somente por elas, mas também por linhas tortas escreveu o Santo a nossa história nessa Taça Piratini, vá ter estrela assim lá na Azenha!

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Colombiar.

Publicado em 25/fev/2011 por .

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Em desperdício incrível de centroavância, não cruzamos UMA bola decente desde o fundo em toda a partida. É duro querer ganhar jogando pelo meio, infiltrando o tempo todo, com dois jogadores de área como Borges e André Lima.

Erro bizonho de marcação no segundo gol do Jr Barranquilla. Já estava combinado, avisado e cantado por todas as pedras, árvores e montanhas da Colômbia, respectivamente, que a jogada dos caras é a bola alçada. Pois bem…

Evidente que tivemos um pênalti de concurso não marcado mas, reconhecendo que fizemos uma partida aquém do mérito, adianta querer por a culpa em árbitro localista numa Copa Libertadores de América? Das obviedades a terceira, antes a de que a chuva molha e a de que o fogo queima, alguma novidade para alguém? Mesmo?

Alexfnetto, a Colômbia permanece uma pedra na chuteira, mas o Grêmio têm bola pra levantar esse caneco.

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O lado de cá.

Publicado em 24/fev/2011 por .

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Nenhuma análise mais detalhada, apenas uma observação.

Se Ricardo Teixeira, Patrícia Amorim e Andrés Sanchez estão unidos de um lado, melhor é estar do outro.

Sem mais, esperamos a madrugada chegar.

Dale Grêmio!!!!

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O fato ou a interpretação dele?

Publicado em 18/fev/2011 por .
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Em 1995 o Grêmio ganhou o Gauchão com o banguzinho, a Libertadores com os titulares e chegou a final da Copa do Brasil, perdendo o título em casa com a própria torcida cantando o hino do clube ao final da partida, em mais uma demostração de grandeza, agradecendo a entrega e o desempenho tidos até então. Pra quem não lembra, as três competições eram disputadas como ainda são hoje, no primeiro semestre. Aonde quero chegar? Bom, não acho que os clubes que disputem a Libertadores devam ser punidos com a proibição de disputar a Copa do Brasil e, entre o Gauchão e ela, Gauchão serve pra quê, mesmo? Também não acho justo com os jogadores expô-los a semelhante massacre físico. Que joguem os clubes do interior, campeão e vice entram na Copa junto a dupla Gre-nal ou ainda, que os primeiros 4 colocados disputem posteriormente, em duas chaves encabeçadas pela dupla, um triangular cujos campeões fazem a final em ida e volta. Resolvemos o Gauchão pra dupla em um mês e não se fala mais nisso.

A própria Copa do Brasil já é digna de questionamentos, essa matéria aqui levanta algumas bolas pra área, não dependerá do talento de goleadora da avó do amigo leitor pra empurrar alguma delas pra rede.

Sobre a estréia ontem, além de tudo que já foi dito e escrito por aí, se alguém duvidou do acerto na vinda do Carlos Alberto e, consequantemente do critério do Portaluppi ao trazê-lo, duvidou até ontem. Não que eu entraria em campo sem dois volantes de ofício, mas essa é outra história. Da gosto de ver sair e entrar do time jogadores de hierarquia, temos plantel pro título, torcida pro título, treinador pro título e fome obsessiva de glória. E um elogio que devo há algum tempo, apesar de o ter defendido quando queriam a sua saída, tá jogando muita bola o capitão Rochemback. Em tempo, até a braçadeira de capitão da Topper é mais decente que a da Puma, até a braçadeira!

Não, não foi penalty, mas há alguma dúvida de que não nos importa no mais mínimo como venha a vitória, desde que não paguemos ninguém por ela? Tá, eu sei que essa é uma questão moral, mas já que é impossível evitar o erro humano, já passou da hora de errarem também pro nosso lado, não é mesmo? De forma torta haveria um equilíbrio, oras, é isso ou a ajuda eletrônica, o fato ou a interpretação dele, o que será?

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