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Cruzeiro para no primeiro juiz de verdade.

Publicado em 16/jul/2009 por .

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Dirigido aos muitos cruzeirenses leitores desse blog.

Pois é, cambada de estúpidos. De celeste, vocês não possuem nem a cor.

E parabéns ao Estudiantes de La Plata. Como joga esse Verón, só não sabia quem não queria saber.

Saludos cordiales a todos.

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Potência Máxima!

Publicado em 06/jul/2009 por .

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maxi3 Potência Máxima!

¿Querem classificar pra Copa novamente? Entonces, ¡dale Grêmio!

Um maxi-conselho, bem didático, pra diretoria: quando as críticas partem da torcida, elas são contra algumas decisões e algumas não-decisões de vocês, jamais contra o Grêmio, estamos combinados? Estaremos sempre apoiando o time, sempre.

Eller no Grêmio? Me agrada. Somando também um incontestável lateral direito, o Émerson e uma troca de volantes castellanos. Já que Orteman não joga, que tal Cubero, do Vélez? Ou la Bruja Verón? Mais a necessária incorporação da gurizada da base… sinto cheiro de protagonismo tricolor, mais uma vez, nesse brasileiro.

Domingo todos à cancha pra saudar o Mano Menezes, carimbar a faixa deles, somar mais três pontinhos e começar a pisar nos calcanhares do G4.

Foto: globoesporte.globo.com

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Um tempo depois.

Publicado em 04/jul/2009 por .

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A revolta da torcida ainda é muito grande e não diminuirá, saibam. Não, a menos que haja oxigenação nos discursos e, principalmente, nas decisões práticas. O Krieger saiu e, é coerente que saia, porque foi o cara que, junto com o Odone, e depois, junto com o Kroeff, bancou o Roth, claramente colocando-se em contra da torcida. Aqui cabe uma comparação histórica: quando o Dr. Koff bancou ao Felipão em 93, era o Koff campeão de tudo que bancava e era o ainda desconhecido e gremista Felipão o técnico bancado. São coisas muito diferentes.

Quando a massa se fez ouvir e quando os erros de planejamento fizeram com que o Grêmio caisse feio num gauchão em que nunca se soube claramente se disputaríamos a sério pra ganhar ou pra passar vergonha, tamanho o desencontro entre discurso e prática, resultando numa eliminação vexatória. Dos males o menor, ano de Copa e um período importante pra preparar o elenco com o novo treinador, correto? Errado. Optaram por um treinador não disponível, fizeram-se surdos – mais uma vez – pra torcida e dessa vez também pro Dr. Koff. Todos pediam, inclusive o próprio Portaluppi, pra que ele treinasse o Grêmio. Bancaram um competente interino enquanto Autuori não vinha. Ninguém pode contestar o curriculum do Autuori, mas sim se pode contestar a decisão de uma direção que permite o time jogar sem técnico uma Libertadores de América, sim se pode contestar a decisão de uma direção que não considera a tradição histórica de um Grêmio multi-campeão em mãos de técnicos gremistas, que não considera a necessidade orgânica do contato dia-a-dia entre comandante e comandados. Renato esteve ali o tempo todo, pronto pra trazer a massa pro lado da direção (ao lado do time sempre estivemos), pronto pra incendiar o time e encher de gremismo… o Grêmio. Enquanto isso, Autuori disputava mais outro jogo lá, bem longe dos ares de Porto Alegre. Ao fim e ao cabo, o competente Autuori chegou, com um tom educado que em muito o diferencia do nosso ex-treinador, mas que mudou muita coisa e ainda não teve tempo, sorte, capacidade ou material humano pra mudar nada. Pior pra nós, gremistas, que temos que tragar esse gosto amargo da eliminação, vendo o time cair por cometer os mesmos estúpidos erros, os mesmos atos falhos em bolas alçadas, as mesmas constrangedoras linhas de impedimento, os mesmos arremates que não resultam em gol, cair pros mesmos erros históricos de arbitragem e, novamente, prum time que não é melhor, apenas mais eficiente.

É duro tomar os três gols que tomamos no Mineirão. Evitáveis. É duro ver o Kléber girar encima de um profissional, mas que parecia um piá amador, e tocar prum jogador (que estava pronto pra jogar no Grêmio no início do ano) marcar seu terceiro, repito, terceiro gol contra o Grêmio em dois jogos numa semi-final de Copa. É duro. É duro saber que até o mais ausente dos gremistas sabe, que o Grêmio sempre teve e sempre precisará ter um patrão dentro ou na frente da área, de preferência nas duas posições, de preferência que um deles seja patrón. Alguém que incorpore a alma do clube e hable a língua da competição. É duro ter um cara como Émerson, gremistão como o Émerson, multi-campeão como o Émerson, vingador como o Émerson, experiente e respeitado como o Émerson oferencendo-se pro Grêmio sem ser contratado. É duro que teus amigos te liguem, antes de um jogo, sorridentes e confiantes pra dividir contigo a alegria de estar lá, presentes, e que meia-hora depois essa alegria e confiança se transforme numa ligação aos gritos, com choro, raiva, e sons de relinchos por culpa de uma direção e polícia despreparadas e desrespeitosas, manchando mais uma vez o que deveria ter sido outra página épica do clube, mas que não chegou a ser escrita. É duro que uma direção não tenha força para se impôr e permitir que entrem elementos básicos e inofensivos de uma torcida na NOSSA casa, proibidos pela mesma polícia despreparada que proíbe a entrada dos próprios sócios do clube nas nossas dependências? Acaso não entenderam eles, diretivos, ser essa uma punição contra o próprio clube?

De que adianta, Kroeff, simpaticamente discursar em español aporteñado pras câmeras da FoxSports antes do jogo, se ante a própria torcida um simples discurso na língua madre, na língua da torcida não consegue cair bem praticamente nunca? Acaso não entendem vocês, diretivos, que sem laterais não se chega? Que sem alçar dos flancos não se chega? Que sem patrão não se chega? Que sem fuzilar aos gritos a cara de mais um árbitro que nos rouba, não se chega? Que sem ter a massa do lado não se consegue ter paz? Que sem buscar harmonia, conciliação, nem se deve? Acaso não entendem vocês o que é o Grêmio, o que é o gremismo e, como somos nós, gremistas? Pra quê tanta confrontação, pra quê tanta resistência? Custava muito ter escutado a massa?

Sou contra pedir a cabeça do presidente. Eleito foi, no cargo deve estar. Peço é diálogo, sensibilidade, decisões fundamentadas na tradição do clube.

Força Grêmio! Um campeonato sim, mas antes dele, a vaga na Copa.

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Onde está Duda Kroeff???

Publicado em 02/jul/2009 por .

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Olímpico lotado berrando por classificação e MILHARES de SÓCIOS fora do campo com ingresso na mão sendo humilhados pela BRIGADA que não permite a entrada ao campo da nossa torcida, entre eles a Aline e o Charles do gremiocopero.

Barbaridade che. Lá se vão 35 minutos de jogo e o Cruzeiro acaba de marcar o segundo gol. Não antes sem o Grêmio ter um penal não marcado, só pra variar.

Onde está Duda Kroeff?

Adeus Fábio Santos, meu querido, tu não ataca e não defende.

Parabéns TORCIDA tricolor. Comovente o amor próprio, a entrega, um sentimento que me faz amar!

Esperamos uma resposta Duda Kroeff. Onde está Duda Kroeff?

Lembrando SEMPRE que o Olímpico é PRIVADO, é NOSSO! Somos SÓCIOS do clube, pra quê? Segurança privada, adeus brigada!

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Ninguém ganha do Grêmio sem passar por Porto Alegre!

Publicado em 01/jul/2009 por .

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Senhoras, senhores. Irmãos nas três cores, quinta-feira chegará em poucas horas. É dia de Batalha.

Amanhã, quando sair a campo o Grêmio, sairá a campo O Grêmio. Inteiro. O Grêmio das causas impossíveis diante de uma causa possível. O Grêmio e suas três cores sagradas. O Grêmio e sua fanática torcida berrando por classificação, famintos de copa. O Grêmio de hoje, o de amanhã e, sobre todos eles, o Grêmio de desde sempre. Místico, barreiro, encardido, peleador, comedor de grama. O Grêmio com sangue no olho, o Grêmio cão que já provou gosto de carne vermelha. O Grêmio gaúcho. O Grêmio terra de fronteira. O Grêmio grosso, tosco, destemido. O Grêmio do frio, do inverno, da guerra por liberdade. O Grêmio Farroupilha. O Grêmio da Azenha, do Olímpico Monumental, de Porto Alegre, do Rio Grande. O Grêmio Portaluppi, Grêmio Lara, Grêmio Dinho. O Grêmio-sangue de De León. O Grêmio cisplatino. O Grêmio Felipão. O Grêmio futebol-arte pra gremista ver. O Grêmio-rugbier pro Brasil odiar pela tevê. O Grêmio que desafia a lógica e vence. Que se impõe na dificuldade, na adversidade, que se impõe com futebol mas, que se preciso for, que se impõe pela força, que problema há? O Grêmio de nossos amores, o Grêmio objeto da nossa maior constância nessa vida, ser gremista.

oaaaadcyi1ury 7fisrj8owrknbohi0q6gr8lffwolexulj3zcnsddgb0ahdf vjao2nemrwrlgldhsqlxfmsjpnf eam1t1ui bedvhqo 4igonsr5xyznbxerl Ninguém ganha do Grêmio sem passar por Porto Alegre!
Se não for pra cantar, veja pela tevê, entregue teu ingresso prum amigo. Se não for com o espírito enxarcado de confiança, veja pela tevê, entregue teu ingresso prum amigo. Se não for pra vencer, assuma-se vermelho.

Vá em paz. Que a guerra se faça dentro de campo! Ninguém vence o Grêmio sem passar por Porto Alegre.

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2×0 é possível!

Publicado em 24/jun/2009 por .

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Da forma AMADORA como tomamos os TRÊS gols e da forma bizonha como seguimos perdendo gols imperdíveis lhes digo, é possível sim, muito possível. Sobretudo, porque o Cruzeiro enrugou com o gol sofrido.

Inferno pra cima deles gremistada, inferno, loucura, destemor.

2×0 é muito possível!

UPDATE: importante dizer duas quatro coisas.

- Que a guerra prometida seja feita DENTRO de campo, 11 contra 11.
- Não sei se o Máxi chamou ou não chamou o rapaz de macaco. O que posso dizer em defesa dele é que aqui em Buenos Aires, onde vivo, a palavra macaco não existe e que uma das formas de elogiar uma mulher bonita é chamando-a de mona (macaca). São questões culturais. E se Máxi diz que não disse, eu acredito nele. Não é do tipo mal-carater que finge ter a mão pisada, que simula faltas procurando confusão, que entra pra dividir com o pé por cima da bola, que provoca desonestamente o adversário em qualquer oportunidade. Se o chapéu servir pra alguém, que o vista. Ante esses é que os olhares inquisidores devem ser postos.
- Um brasileiro jamais será discriminado na Argentina por ser brasileiro, diferentemente do que acontece com argentinos no Brasil.
- Fundamental que seja lido esse artigo/crônica do Emerson Gonçalves do globoesporte.com.

Que não impere a hipocrisia!

Ninguém ganha do Grêmio sem passar por Porto Alegre.

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Esqueceram de avisar o Grêmio

Publicado em 19/jun/2009 por .

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Liderados por nosso Capitão América e com um encrenqueiro Kléber jogando muita bola, definido está nosso adversário às finais. Amassaram o São Paulo e, já campeões dessa edição da Libertadores, foram saudados por sua torcida com gritos de “tri campeão” em pleno Morumbi, em plena quartas-de-final, ainda antes do apito final. Pois bem, informamos à eles que o Grêmio não recebeu nenhuma comunicação, seja ela oficial, extra-oficial, espírita, terrena ou marciana, avisando-nos de que o jogo já foi jogado. Assim sendo, comunicamos nós à eles, que já começaram a perder essa vaga nos últimos minutos do dia de ontem. Esqueceram que precisam passar por Porto Alegre…

Também comunicamos à eles que 1997 foi mais mérito do Zagallo do que próprio, assim sendo, seguem ambos entalados na garganta.

Pra cima deles Grêmio, afinal eles já ganharam essa Libertadores, não é mesmo?

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