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Gabriel Barcos me representa.
Publicado em 17/mai/2013 por Leonardo Fleck.
Ao menos o Noveletto estava feliz e, como todos os torcedores colorados, merece comemorar.
Grêmio coxinha se prepara com cuidado especial, ambientando os jogadores na “altitude” de Bogotá uma semana antes de cada partida naquela cidade. Foram duas as partidas. Foram duas as copas. Foram dois os presidentes. Duas eliminações. O mesmo treinador.
Nas duas eliminações jogávamos com placares favoráveis construídos no primeiro jogo. Mas, em copas, isso só serve pra time copeiro, coisa que o Grêmio deixou de ser e que seu treinador jamais será.
Contra o Huachipado, no Chile e ao nível do mar, o time jogava bem. Vanderlei decide então queimar todas as substituições havidas e por haver e o que vimos foi um filme de terror. Contra o Santa Fé, altitude naquelas, faz exatamente o contrário, e quando toma alguma atitude, saca um centroavante. Bem aí, Luxa. Perfect timing.
Não conseguiu estabelecer um critério claro. Não conseguiu estabelecer um esquema de jogo. Quando o time se ajeitava, atrapalhou o time depois de duas impressionantes vitórias contra o Flu e o Caracas, recuando Barcos e alterando a mecânica que se formava. Claramente não sabe o que faz quando não se dá conta de que está estorvando no meio do caminho.
Apoiei muito a volta do Koff, mas nunca a permanência desse ex treinador.
Espero que se demita. Que seja cavalheiro e se demita. Deve ter uma multa pesada que nossas combalidas finanças sofrerão para indenizar.
Para que não digam que sou comentador de resultado, abaixo deixo o que escrevi em 16 de novembro de 2012 depois de cairmos, vejam só, na Colômbia.
Três gols sofridos em 45 minutos. Dois destes por falha varzeana de marcação. Pensei que tivessem ido dias antes do jogo para evitar os efeitos da altitude, mas foram a passeio. Continuam como cavalos cansados. Pangarés. A peso de ouro irão renovar com o Luxa, não esqueçam de avaliar todas as eliminações coperas deste ano, milionários somos nós, pobre Grêmio, sempre achando que amanhã vai dar.
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Ganhamos em dobro.
Publicado em 02/mai/2013 por Leonardo Fleck.
Grêmio entrou com gana, jogou com raça, aguentou com um a menos, derrubou o último invicto, se livrou do Cris. Grêmio venceu em dobro. Bravo Grêmio. Mas não só isso. A Arena mostrou pros mais incrédulos que o moribundo Olímpico nada mais é do que um amontoado de concreto cheio de histórias para guardarmos em nós. A Arena mostrou que é um amontoado de concreto clamando por Gremistas. O Grêmio é a sua torcida e já passou da hora de escrevermos novas histórias para guardar.
Obviamente a coisa, na sempre inóspita Colômbia – para o Grêmio, será espinhosa. Não temos um time confiável apesar do bom elenco, nos resta contar com o peso da camiseta e que a intensidade de ontem permaneça encharcada nela.
Vamos Grêmio.
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Quase deu.
Publicado em 23/abr/2013 por Leonardo Fleck.
Decidi não assistir a partida. É difícil torcer contra o próprio time. Infelizmente classificamos e, novamente, sofremos pra furar uma defesa fechada. E lá vamos nós pra Cassias fazer mais público do que o circo mambembe faz e dar ainda mais renda pra Federação que não coloca time do interior nem em campeonato de várzea. Espero não precisar jogar essa final. Menos ainda com coisa muito maior pra fazer.
Enquanto isso, o time involui e arriscamos perder ainda mais peças. Parabéns aos envolvidos.
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Terror autoinfligido.
Publicado em 19/abr/2013 por Leonardo Fleck.
Corria tudo dentro de uma anormal tranquilidade, de estranha quietude. Jogo controlado sem sobressaltos é uma afirmação não recorrente em voz e pensamento gremista, mas era o que víamos. E durou até a lesão de Werlei, minutos depois do Luxemburgo trocar dois atacantes por dois atacantes, sem resguardar uma última substituição – flagrante signo da falta de talho copeiro do homem. Arriscou sem precisar e… errou. O time estava bem e avançávamos tranquilos – e aqui cabe reler o começo deste parágrafo – para o final da partida. Acho que não exagero se afirmo que nenhuma substituição, salvo por lesão, teria sido necessária. A partir dali vivemos cenas tão repetidas de terror final, desta vez autoinfligido. Dos males o menor, a sorte nos ajudou – pelo menos nas oitavas. Sabemos que o histórico gremista contra colombianos é pífio, mas também sabemos do peso da camisa do Nacional e da sua espetacular hinchada num Centenário que sabem arder.
A rosca que se armou no final da partida não faz maior a conquista gremista. Pelo contrário. Luxa transformou um jogo controlado em um filme de terror e depois, já com o jogo terminado, transformou um ambiente absolutamente cordial em uma postal de hematomas inúteis. Sim, eu comprei a versão do Huachipato de que foram provocados.
E que venha o mata-mata. E que venha sob a batuta dos bumbos, já fomos punidos o suficiente por atos de não-violência. E pelos atos de violência, que os DELINQUENTES paguem por delinquir, deixem a torcida do Grêmio de fora da preguiça, incompetência e clubismo de vocês, autoridades.
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Carménère, Luxa, carménère!
Publicado em 11/abr/2013 por Leonardo Fleck.
Tags: Carménère, chile, flu
Nenhuma novidade que tudo será definido no Chile. Nenhuma novidade que o Flu viria para empatar. Nenhuma novidade que o Grêmio do Luxa sucumbe ante adversários decididos. Nenhuma novidade de que Luxa errou. Passou o segundo turno do Novilhão atrapalhando o crescimento do CENTROAVANTE Barcos colocando-o de armador. Os entendidos diziam que era para suprir a falta do Elano. Sei. O que vimos é que não serviu para este propósito, nem para qualquer outro além de atrapalhar a mecânica de todo o time. Barcos caiu de produção. A escalação não foi aprovada e perdemos um tempo bárbaro al reverendo pedo. Nenhuma novidade que não dá mais pra ficar sem a Geral no estádio. Deu. Vermelhinhos da BM. Vermelhinhos dos Bombeiros. Vermelhinhos do MP. Tarsinho-anão-de-jardim-abraçador de terrorista. Já estão todos autorizados a tirar o nariz de palhaço e começar a trabalhar para todos ou, pelo menos, em prol da MAIORIA, acabou a palhaçada clubística. Teremos que sair a depredar o Palácio Piratini – modus operandi – que não partilho, mas que nesses pagos ATRASADO ainda surte efeito, é isso? Nenhuma novidade de que Luxa errou. Ao por Marcantônio (que não faz nada). Ao tirar Vargas pra deixar o Kleber como o único avante. Ao escantear o Bertoglio. Ao adotar o bruxismo com o Cris. Ah, o Cris. Que aplique-se o critério Borges com ele. Rua. Rojão na cabeça de gremista pode. Bumbos, barras e bandeiras implicam em risco, é isso? Risco de quê, de que o Grêmio seja empurrado pela torcida regida ao som da banda loca? Façam-me o favor de cuidar do cidadão de bem, pagador de impostos, pai de família gremista, corinthiano, colorado…, que está sendo roubado, assassinado, avacalhado de todos os lados, todos os dias e deixem de palhaçada. E Koff, Dr. Koff, admirável Koff, faça esses caras voltarem classificados do Chile. Alguma novidade, enfim, fomos favorecidos pela arbitragem!
Casillero del Diablo neles!
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Vá em paz, pela camiseta.
Publicado em 10/abr/2013 por Leonardo Fleck.
De nada servirá a perda do estádio. Seja qual for o resultado da partida, mantenhamos os dois pés no chão e as duas mãos fora dele. É o meu desejo.
O Fluminense jogará sem… De nada importa, os reservas são melhor elenco do que os titulares do Huachipato, tenham isso presente. E virão para empatar, coisa que costuma funcionar contra o Grêmio do Luxa. Não tomem como corneta a verdade dos fatos, faço apenas um comentário para vacinar uma eventual revolta posterior ao jogo. Não esqueçam, a classificação não virá antes do Chile.
Espero por um Grêmio sério, focado e sem invencionices; aplicado e comedor de grama. Marcantônio não é o sonho sonhado, mas vaiá-lo de nada ajudará.
Vá em paz, pela camiseta.
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Força, Nóia.
Publicado em 29/mar/2013 por Leonardo Fleck.
Profexô, profexô. Na falta de um gramado para criticar a culpa é da apatia. Entendemos. Só que não entendemos. Não entendemos o que faz o Barcos armando e o que faz o Zé marcando sem armar. Em outras palavras, Barcos é mais atacante que Welliton e Zé é mais armador do que Barcos. Maldita lógica. Kléber é banco do Vargas até que eles mesmos provem o contrário.
E para quem não entendia o que fazem os titulares jogando Gauchão, soubemos ontem, é tempo para desarrumar o time e lesionar um ou outro, pelas dúvidas, é claro. Ah, esse carnaval todo é porque o Elano está fora? Entendemos. Só que não.
Força, Nóia.






