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Já passou da hora de responder dentro de campo, já que fora de campo o concreto avança.
Publicado em 03/fev/2012 por Leonardo Fleck.
Tags: arena, Aterro, grenal, mombach, montevideo, petista, pont, vieceli
Véspera de Gre-nal.
Twice Caldas classificou-se sobre o Once Caldas à Libertadores. Nenhuma menção aos dois gols ilegais validados porque não pretendo irritar com más lembranças meus amigos do Nacional de Montevideo. Entenderam? Nenhuma menção porque passou quem passaria de qualquer forma.
Véspera de Gre-nal.
Grêmio vendeu seu melhor volante e seu melhor meio campista. Não entrarei no mérito, nos pormenores. Caio Jr. disse que o time inicia pelo ataque. De fato, temos um baita ataque. Resta saber se o resto do time, algum dia ainda em 2012, acompanhará. Caio Jr que se vire.
O fato da semana pertence ao deputado estadual colorado e petista Raul Pont, petistando a favor da sua coloradagem.
Escreveu o homem e publicou o garoto de recados Hiltor Mombach:
“Caro Hiltor, saúde! Li publicação na tua coluna sobre o entorno da Arena do Grêmio e a falta de recursos para melhoria de acessos e obras complementares. A cobrança vai ao “poder público”. Concordo que cabe a cobrança ao poder público, mas essa. O governo estadual entregou aquela área de graça, avaliada em R$ 38 milhões, e recebeu em troca área gravada na Estrada Costa Gama no valor de R$ 3 milhões.
O Estado, apesar da lei aprovada condicionar compensações, abriu mão de qualquer compensação avaliando que os ganhos futuros serão bons para o erário. Portanto, um grande negócio para a OAS. Ao governo municipal cabia exigir diante do tamanho do investimento todas essas providências e, tudo indica, não o fez. Para benefício, de novo, da OAS. Agora, se quer que o poder público pague a conta?
Nenhuma obra desse porte, nenhum loteamento, pode ser aprovado sem que o investidor assuma os custos das consequências do investimento para o entorno. Por exemplo: o Shopping Praia de Belas (duplicação da Avenida Praia de Belas), o Carrefour Passo da Areia (Avenida Grécia e obras pluviais), o Barra Shopping Sul (Avenida Diário de Notícias, moradias populares e outras obras), entre tantos outros.
Portanto, de poder público, o que falta, nesse caso, é o poder de regulação, de controle, de exigências de urbanização e obras complementares em empreendimentos deste tipo.
Saudações, Raul Pont.”
Pois bem, pra sorte do Grêmio, fora de campo e longe do futebol, temos gente competente e intelectualmente honesta a se dispor.
Nosso conselheiro Giuliano Vieceli replicou:
A Gota D’Água
Chega!
À medida que meus olhos percorriam as palavras ditas pelo ex-prefeito, ia me dando conta de que a Copa do Mundo em Porto Alegre não é um jogo de gato e rato.
Informações falsas (o terreno foi COMPRADO pela OAS, num valor próximo a R$ 40 milhões, além da construtora se responsabilizar em construir uma universidade na Restinga – Estrada Costa Gama, um novo posto policial, se responsabilizar por reposicionar a rede de transmissão que passava pelo terreno da Arena, sem contar na construção de uma nova escola para a região – já construída, diga-se de passagem – pois a existente ficava dentro do terreno), falso desconhecimento do assunto e o uso de exemplos que nem de longe se encaixam no cenário Rodovia do Parque x Complexo Arena.
Nem gatos, nem ratos. Estamos lidando com porcos e patos.
De um lado, pessoas com espírito de porco que, no alto de seus poderes e influências políticas, não buscam o melhor para a cidade. Querem colocar obstáculos no projeto adversário, buscando assim proteger o seu. Do outro lado os patos, aqueles que buscam aproveitar o fator Copa do Mundo como a tábua de salvação na busca de recursos primordiais para a cidade, a fim de torná-la mais moderna, mais segura, mais confortável, independente das cores que carrega no peito.
Em que grupo o ex-prefeito se encaixa? Bem, vejamos:
- Ele tentou aprovar uma emenda que forçaria as obras da Arena a terem 50% da mão-de-obra gaúcha, sendo que todos nós sabemos que no Brasil a grande maioria da força de trabalho nesta área é composta de pessoas do Norte/Nordeste. (será que fará o mesmo em relação às obras do Beira-Rio?)
- Votou contra a aprovação dos índices para o terreno do Olímpico (adivinhem o voto dele em relação aos índices da área do Beira-Rio?)
- Votou contra a liberação do terreno onde hoje está sendo construída a Arena
A carta reproduzida acima foi apenas a “cereja do bolo”. Mas para nós, porto-alegrenses, tem que servir como a gota d’água.
O deputado Raul Pont sabe que se as verbas necessárias para as obras viárias no entorno da Arena não chegarem até março, elas não ficarão prontas no momento da inauguração do estádio tricolor. Sabedor disso, se posiciona de maneira patética, colocando como responsabilidade da OAS algo que é de responsabilidade do Governo Federal.
Vou provar que o argumento do deputado é inválido (para não dizer idiota):
Se não houvesse estádio ali naquele terreno, haveria ainda sim a Rodovia do Parque, correto?
Logo, a rodovia não existe por causa do Projeto Arena. Ela foi concebida pela necessidade de se criar uma alternativa capaz de aliviar o tráfego na BR-116. Mesmo se o Projeto Arena não existisse, haveria ainda a necessidade de se melhorar a malha viária na região onde a Rodovia do Parque desemboca (dentro do Bairro Humaitá), para escoar o tráfego gerado por ela.
Neste cenário, se ainda estivesse na condição de prefeito, o que o excelentíssimo Raul Pont faria? Diria para os porto-alegrenses que o problema era da construtora ou buscaria recursos junto a União, pelo fato de se tratar de uma Rodovia Federal?
A resposta é lógica.
Ora nobre deputado, algumas pessoas raciocinam, sabia?
Shopping Praia de Belas, Carrefour Passo da Areia, Barra Shopping Sul… É óbvio que as melhorias no entorno destes empreendimentos é obrigação do investidor. Por um simples motivo: o aumento no tráfego daquela região foi causado pelo EMPREENDIMENTO construído, seja ele shopping, seja ele supermercado.
Já o aumento do movimento no Bairro Humaitá não se dará pela construção de um estádio que funcionará uma vez a cada 10 dias. Se dará por conta de uma Rodovia Federal que terá cerca de 33% do tráfego hoje existente na BR-116 (e todos nós, gaúchos, sabemos o inferno que esta rodovia representa no dia-a-dia).
Portanto, PROTESTEM contra este cidadão. Mandem e-mails (imprensa@raulpont.com.br), cobrem no twitter (@raulpontPT), façam barulho.
Chega dessa palhaçada, deste jogo ridículo onde todos saem perdendo: gremistas, colorados e, principalmente, a cidade de Porto Alegre.
Saudações tricolores,
Giuliano Vieceli
Conselheiro do Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense
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Enquanto um grande título não vier.
Publicado em 27/jan/2012 por Leonardo Fleck.
Tags: chororo, sentimentaloides, videogame
Poucas coisas se tornaram mais aborrecidas do que escrever sobre o Grêmio. Colocar em palavras alegrias distantes e dissabores constantes não sabem ser libertadores. Vemos a vaidade pessoal arruinando o bem coletivo. Privatizaram o clube entre dois grupos e o resto é consequência da incapacidade de ambos em dar respostas à sala de troféus. Sou pragmático o suficiente para apoiar aos que levantarem canecos, títulos serão a verdade absoluta.
Aliás, qual a razão de escrever sobre o Grêmio ainda? Qual a pauta válida?
Enquanto um grande título não vier e sem ninguém pedir, ofereço conselhos aos sentimentalóides tricolores. Naturalmente, esse espaço pode considerar-se incluído.
1.
Esqueça a história ao comparar o presente. Falar das glórias do passado nas atuais condições é sentimentalismo (e isso é grande ofensa, não confundir com sensibilidade), é chororô de guri grande e, pior, é humor involuntário e dá vergonha alheia. Remeter-se às lembranças da infância de forma emocionada? Meu chapéu… Desista!
2.
Comentar jogo a jogo a evolução de um rabanete? As alternativas de um adubo? As impressões de uma apresentação de batatas, num campeonato de roceiros? Alegrar-se com migalhas? Emular o impedimento.org? Humm, melhor não, abstenha-se de expressar-se. Deixa pra eles porque o fazem melhor. Adote a seguinte postura: faça de conta que o videogame esperado no natal não chegou e, em seu lugar, roupas. Pois então, não tente dissimular, do contrário serás esse momento embaraçoso, essa pobre criança, o falso sorriso. Ou vai dizer que seria possível expressar alegria sincera? Cale-se, portanto, não nos constranja mais.
3.
Lembre-se sempre: títulos serão a verdade absoluta. Todo o resto, em campo, é apequenamento.
4.
Escrever sobre o patrimônio é salutar, afinal, a grandeza não nos abandonou de todo.
5.
Esqueçam os Ribeirinhos.
Enquanto um grande título não vier.
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Com elmo e sem bigode.
Publicado em 24/nov/2011 por Leonardo Fleck.
Tags: chapeu, elmo, feliz, kleber
Vésperas da inauguraçao, e ainda temos torcedores, com o perdao da redundância e piedade pelo lugar comum, torcendo o nariz e se expressando contrários a Arena. É o seguinte e só o seguinte que interessa minha gente: lidem com isso.
Odone fez na apresentaçao do Kléber aquilo que qualquer presidente de clube faria, barulho de obra. Pavoneou-se como de hábito e conseguiu, ao menos pra si, sentir-se levemente vingado pelo FELIZ chapéu tomado dos Assis Moreira. Feliz porque os fatos recentes atestam o final da carreira futebolística e a completa inocuidade no campo da atraçao do CAPITAL. Em outras palavras, safamos! A foca é assunto encerrado. O que nao pode encerrar é a análise e coleta de dados referentes a platéia amestrada de ontem entoando o nome do nosso presidente. Cooptaçao é um senhor velho e ativo que habita e respira nas catacumbas e a céu aberto, reparem nele. Ou eles agradeciam por 2005?
Celso Roth ainda é Celso Roth. Todo investimento em time será vao, teria dito algum evangelho acaso Cristo fosse brasileiro, com Celso Roth de técnico. E sem bigode!
Oremos todos.
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Cau-te-la é uma história com final anunciado.
Publicado em 21/out/2011 por Leonardo Fleck.
Tags: Aterro, felipão, ribeirinhos, roth
Eu nao disgosto, a priori, do Celso Roth como treinador, mas concordo com quem diz que ele tem prazo de validade curto e, acredito, que gera para si, por vaidade, situaçoes absolutamente estúpidas. Uma questao psicológica, acho. Precisa agir com o Miralles como tem agido? Custou, o jogador, pouco dinheiro e esforço para ser contratado? Vale a pena, sistematicamente, queimá-lo? Mesmo que nao tivesse custado nada aos nossos combalidos cofres, valeria a pena? É o patrimônio do clube que agora já passa a ser considerado moeda de troca. Quem faz a leitura de que Kléber no Grêmio significa Felipao longe do Grêmio, faz bem, questao de lógica. Quem nao gostaria de tê-lo novamente na casamata?
Pontos cruciais e decisivos foram perdidos dentro do Olímpico, pontos que provavelmente nos custarao a classificaçao à Libertadores, entretanto, que nao sirva isso como balde de água fria nas intençoes odoneras de fazer um baita time e levantar canecos relevantes. Nao preciso dizer qual título é ou nao obrigatório ao Grêmio, basta o Grêmio disputá-lo para que o seja.
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Ribeirinhos.
Já virou tradiçao, aproxima-se o final do ano e eles aprontam um Mazembaço. Mais um papelao do tamanho do aterro cedido à eles. A única pergunta relevante é, devolverao aos cofres públicos a montanha de dinheiro indevidamente recebida com montanhas de regalias e renúncias fiscais de parte duscumpanhêro descontadas diretamente na NOSSA conta? Aguardemos pois.
Um calhamaço sobre o assunto escrito pelo Giuliano Vieceli, conselheiro gremista, sobre o fiasco protagonizado pelos amargos e jornalistas amigos deles, membros do jornalismo-pelego.
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Parabéns, Grêmio querido.
Publicado em 15/set/2011 por Leonardo Fleck.
Tags: instituto desejo azul
Mais informações sobre o Instituto Desejo Azul (IDA), aqui.
Desafio os corações a não amolecerem, por mais duro que alguns deles possam ser, ao ver esse vídeo, ao ver esse pequeno gremistão, sorrir. O peso de cada minuto vencido em tão desigual duelo vale mais que gol da vitória em final de campeonato.
Oportunidade em que nos cabe olhar para dentro, redimencionar o valor de cada momento e agradecer o instante único de cada mágico respiro.
O futebol é só mais um entre tantos outros esportes, mas o Grêmio não é só mais um entre outros tantos clubes, não para nós.
Parabéns, Grêmio querido.
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São sinais da realidade.
Publicado em 09/set/2011 por Leonardo Fleck.
Tags: conselho deliberativo, sócios
Evidente que se uma equipe joga bem, mais próxima estará de vencer, entretanto, jogar bem não é sinônimo de vitória, importante é vencer. Aliás, o que é jogar bem? Um título de Champions League da Internazzionale dirigida pelo Mourinho vale exatamente o mesmo que um título de Champions League vencido pelo Barcelona dirigido pelo Guardiola, ou não?
A Aline foi cirúrgica na análise, é até melhor ganhar sofrendo do que mascarar que tudo está bem. São sinais da realidade, do momento.
(…)
Estive ausente por cansaço. Tem sido difícil torcer para o clube cujo conselho afaga, cujo poder o apequena, escrever sobre ele então… Mesmo dentro desses 10 anos de absoluta estiagem, hoje está mais difícil torcer para o Grêmio. Já tivemos no passado momentos tenebrosos, sombrios, mas nos aferramos ao clube e juntos saímos adiante num impulso que nos levou a glórias. Hoje não sei se tenho mais essa força e penso que muitos poderão ficar pelo caminho. É como se pensássemos: se a única forma de limpeza for o afogamento total, abram os diques. Das cinzas ao fogo.
O que haverá mudado, já que as três cores são eternas? Foi-se o tempo da economia interna? Imprensa a soldo? Sabotagem? A abertura do voto aos sócios não obrigou o rei a conceder benesses aos grupos aliados, mas assim ocorreu. Multiplicaram-se esses. Resultado do resultado, para onde quer que se olhe, é o mesmo que veremos: movimentos políticos prontos e aptos ao aluguel – em constante estado de alerta. Todos “amam” ao Grêmio e todos acham que o seu amor pode salvá-lo. O rei eleito deve, como pactado no acordo do aluguel, lotear o clube para satisfazer a base. Aristocratas do patrimônio alheio. Perfil técnico nas escolhas? Não, mero detalhe se comparado a, digamos, governabilidade. Ao leitor mais desatento, ou mal intencionado, devo passar a impressão de que a democracia fez mal ao clube. Alto lá, democracia é o melhor que pode haver, precisamos é de mais democracia. O Odone não é o culpado pela derrocada do Grêmio, culpada é a velha forma de gerir um clube trasladada aos tempos atuais – já não funciona, nenê, culpados são os sócios que não votam, os movimentos de situação que apóiam (com apoio alugado) e aos de oposição (esperando sua vez com passe fixado), reparta esse mesmo cenário às gestões anteriores retrocedendo até 2000, pelo menos, e aí sim, entregue a fatura. Absolutamente ninguém pode tirar o corpo fora. Se o cara se diz de tal movimento, diretamente está implicado. Quando um movimento se diz em favor de candidato A ou de candidato B, o que diz, sem dizer, é que está em contra do candidato que não apóia. Lamento pelos que “amam” demais ao Grêmio, amem de menos. Lamento aos que Amam demais ao Grêmio, não baixemos os braços.
Quantos sócios aptos se apresentam a votar? Dez, vinte por cento? Desses, quantos são mobilizados e/ou estão vinculados por/a algum desses movimentos? A instituição precisa sair fortalecida após um processo eleitoral, nunca o contrário.
Sócios: votar é um direito, exerça-o, mas saiba que não é o único, ser sócio te permite fiscalizar, através de ferramentas institucionais específicas, a atuação do conselho deliberativo que é onde muitos desvios de rota podem ser corrigidos, incendios controlados, e propostas benéficas apresentadas. Ninguém aqui está a pedir confrontação, nem quebra-quebras, menos ainda que se reflita dentro do estádio, com vaias que só prejudicam aos que, bem ou mal, vestem nossa camiseta.
Conselheiros: se amar ao Grêmio for cooptar e ser cooptado, trocar apoio por cargo, disputar vaidades, pavonear-se, oferecer-se por amor sincero e só amor sincero ter a oferecer, melhor é cair fora. Amem menos ao Grêmio, trabalhando melhor por ele. Ofereçam capacidade profissional ou, ao menos, rigor ético em prol do estatuto, ou limitem-se a manter a matrícula em dia. Chega.
(…)
Feliz aniversário, Renato Portaluppi.
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Stuart Braithwaite anuncia volta ao Mogwai.
Publicado em 04/ago/2011 por Leonardo Fleck.
Tags: black francis, brathwaite, mogwai, roth
Ou, Black Francis reativará os Pixies, decida tu.
Em noite inspirada, Grêmio heróico oferece duplo empate em troca da manutenção do técnico… adversário.
Em noite fria, gremistas estúpidos decidem apanhar da Brigada Militar após protesto – a culpa é sempre nossa, saibam.
Precisamente, tivemos como testemunhas:
Público Pagante: 9.022 – Público Não Pagante: 1.703 – Público Total: 10.725
Aparentemente, a auto-proclamada, torcida que mais apóia abandonou o time em campo. Fato.
Sábado próximo, após derrota contra o Palmeiras de Felipão, veremos às cenas repetidas dos mesmos capítulos de ultimamente.
Bom, não será necessário esperar o sábado chegar, volta Roth, terminou-se a aposta. Cenas de um velho capítulo, reitero. O Julinho não tem culpa de nada, ele é o que sempre foi, se o Grêmio o quis trazer sabia o que buscava e o que encontraria. Mais uma lição dos dias: aposta em técnico deve vir acompanhada de pré temporada.
O Roth já dará cara de time aos 11 titulares no próximo jogo, o talento é inegável para perder campeonatos, mas também para ajustar em tempo curto times desnorteados.
Se é o que temos, torço por TODOS eles sem sequer considerar abdicar do quadro social do Imortal. Na próxima eleiçao o sócio, e somente ele, poderá fazer algo.
“Where is my mind”?
@fleckleonardo






