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Derrota de derrubar direção

Publicado em 30/jun/2011 por .
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Gremio x Avai Ducker 5 Derrota de derrubar direção

Te dou reforços e um jogo para mudar o todo. Transferindo o instraferível

Tu podes alegar que foi empate. O resultado é sabido, mas do que importa. Contra o último colocado em casa nada além da vitória era aceitável. A derrota que me refiro está além das quatro linhas, além da casamata, está nos gabinetes e corredores do Monumental. A lamentar a forma como a gélida noite se desenvolveu, pelo silêncio sepulcral pré-coletiva quebrado por um conjunto de idéias em rota de colisão que denotam uma crise de dimensão presidencial.

Momento de aguardar pelas mudanças “de cabeça fria” prometidas por Odone – o mandatário-populista – para que possamos ver o desfecho desse primeiro quarto de mandato. De concreto até agora somente o cimento que levanta a Arena, enquanto o futebol que movimenta a razão de ser respira de forma coadjuvante nesta gestão. É possível levar os dois projetos juntos até porque nenhum é excludente do outro. Enquanto a Arena vai bem obrigado (e comemoramos, sério!), do outro lado aguardo empenho presidencial de mesma dimensão no futebol. Teríamos um Grêmio grande!

Há mais coisas no Olímpico que a nossa capacidade de assimilação.
Muitas perguntas, poucas repostas. Quem vive os bastidores sabem e não revelam.

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Desta forma nao me serve.

Publicado em 26/jun/2011 por .
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Sem alma e cara de Grêmio. Bando de médios que juntos formam um time de razoáveis. Razoáveis incapazes de vencer um medíocre Botafogo. Misto de raiva e tristeza pela bola jogada por quem veste a camisa do Grêmio. Árduo o esforço para se identificar com esses homens, talvez três-quatros que dignificam.

Olho para brasão tatuado na pele e me pergunto até quando conduzirão desta forma o destino do clube. Daqui de fora milhões fomentando gremismo, por quem dirige nenhuma correspondência. Abismo entre desejo e o feito.

Na tarde em que se confirma o mais gélido inverno da história do River Plate, incorporo uma frase que também fala por nós.

“Y habrá quien diga que es solo un juego. Pero aquí no se vive solamente un partido de fútbol. Porque aquí te arrancan un pedacito – del alma; del corazón.”

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Clamor que ilumina a sombra.

Publicado em 22/jun/2011 por .
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Quais são os teus temores? Os meus vieram à tona pela voz do ídolo máximo, dono da casamata, que externou publicamente o pleito por reforços. Enquanto vemos o movimento dos demais clubes agregando qualidade (que até podem ser questionadas), do nosso lado o tempo passada e a efetividade em que os reforços chegam é passível questionamentos.

Contratar para corrigir, esse é a tônica gremista. Remendo a um planejamento que fez com que o ano passasse enquanto o clube ficava pelo caminho. Ta aí o desconforto expresso em palavras: a não resignação para o que o pouco que resta não escorra entre os dedos como se viu até aqui.

Compreendo Renato, sinto-me representado. A forma como feita pode ser questionada, publicamente, mas a reivindicação é legitima e verdadeira. Ele sabe da parcela de responsabilidade, de algumas formações equivocadas que colocou em campo, mas é difícil dar equilíbrio para um time que carece. A auto-suficiência de uma reta final de brasileiro, o investimento em contratações que não se confirmaram (R10, por exemplo, graças a Deus) e perdas de expoentes pela porta da frente contribuem para a situação delicada para o tamanho desta agremiação. Responsabilidade diretiva.

Do se será daqui pra frente, não faço idéia. Espero que clamor seja materializado em atletas dignos da tricolor. Ou será mais fácil trocar treinador para justificar o injustificável?

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A bola pune.

Publicado em 19/jun/2011 por .
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viçosa1 A bola pune.
Malditos grenais que transformaram coadjuvantes em expoentes.

A surrada expressão “a bola pune” se fez presente na chuvosa tarde do Olímpico. Time que se dá ao luxo de perder pênalti e desperdiçar arremates é fadado ao revés. O empate é muito ruim e aumenta ainda mais o vale que distância o Grêmio dos que postulam o título. Mediocridade Monumental. Bons tempos aqueles que o Olímpico era sinônimo de vitória. Em tempo que o foco está no concreto e nos tijolos que erguem a Arena, o futebol paga o preço do planejamento aquém.

Pra refletir: Quando o escanteio deixou de ser cobrando curto, a bola estufou as redes. Custa fazer o básico bem feito?

Para esclarecer: Somos, nós do Gremio Copero, fervorosos pela Arena. Que fique claro.

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1981: Retro da Topper

Publicado em 19/jun/2011 por .
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camisetas comemorativas 1981 1981: Retro da Topper

Louvável a ação de levar à campo uma camisa retro.  Camisa produzida é camisa que entra em campo.
Simples como 1981. Belas que dão vontade de te-las na coleção.   Preço salgado? É o preço da história.

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Monte VI de O

Publicado em 15/jun/2011 por .
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Gélida e iluminada noite ao sul do continente. Noite que combina com Libertadores da América. Lembranças do vento frio regado a cerveja nas cercanias do Monumental. Grêmio, frio e Copa. Minuano. Nascemos para isso.

Cá estou a frente do computador a lamentar. Deveria eu, tu e os nossos estarem em Montevideo para viver a final da Copa. Maldito despreparo gremista, malditos sejam aqueles que corroboraram para a ausência. Poderíamos viver aquela a emoção que muitos viveram na longínqua e indescritível 22.07.1983. Na noite em que desfilam o amarelo, preto e branco, falta o azul celeste para mística estar completa.

O sonho do regresso perdura…

Montevideo vem de “Monte VI de O” ou o sexto (VI em algarismos romanos) monte à Oeste (de quem entra de navio pelo estuário do Rio da Prata).

 

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VITÓRIA, Bahia.

Publicado em 05/jun/2011 por .
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rochemback capitao gremista VITÓRIA, Bahia.

A gélida tarde de outono no Monumental reservou vitória para os 18 mil que se dirigiram para a cancha. Faça chuva, sol ou frio, nada como uma tarde de domingo no Olímpico para a vida fazer sentido. É nossa sina. Pisar nas velhas arquibancadas de concreto do quase sexagenário estádio é de prazer imensurável. É vida!

Mesmo que a bola jogada não tenha sido exuberante, foi suficiente para conquistar a vitória e os três pontos. Mesmo sabendo da fragilidade do adversário e de algumas deficiências da nossa escalação, o time foi muito bem obrigado em todos os setores. Zaga sólida, apoio pelas laterais, domínio da meia cancha e ataque converteu em gols. Se o Grêmio atrevesse a disparar mais chutes contra a meta do Bahia fatalmente o placar teria sido mais dilatado.

Para um time que foi em quase sua totalidade muito bem, destaque para a bola do Escudeiro, a maestria de Douglas, a onipresença do Rochemback. Nossa defesa composta pela juventude do El Loco Fernandes, Newton e Saimon funcionou muitíssimo bem.

Confesso sair satisfeito do Olímpico, mais com os três pontos que com o futebol apresentado. Mas pra vida fazer sentido, para semana começar bem e para o Grêmio ser campeão; VENCER É OBJETIVO ÚNICO NO BRASILEIRO!

PS1: Grêmio precisa chutar mais em gol.
PS2: Pouco se viu de Marquinhos. Vamos aguardar mais algumas partidas.
PS3: Falta muito para o retorno do Andre Lima? (acho que entenderam o recado.)

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