Que Grêmio?
Publicado em 21/mai/2010 por Aline Cardias.
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Confesso aos leitores do Grêmio Copero que tenho andado sem saber o que escrever sobre o momento pelo qual vive nosso querido e amado Tricolor. Como falei na quarta, antes do jogo, minha cabeça é um misto de sensações. Por mais que soubesse que seria muito complicada a partida contra o Santos, não dava pra deixar de acreditar que, por mais encardido que fosse, sairíamos da Vila classificados à final. Aquela coisa de recorrer à história e desejar que, por ser o Grêmio em campo, tudo se torne possível.
Mas aí veio a quinta-feira, bem diferente da que esperava, e a realidade ainda era a mesma. Tem toda razão os amigos Leo e Charles nas suas colocações (vide posts pós jogo). O Grêmio vive um sina desgraçada do quase, da falta de pulso, de comando, de brio e, principalmente, de HISTÓRIA DE GRÊMIO.
Meus sobrinhos Vitor e Vitória – figurinhas que já apareceram por aqui - nem precisaram ser “catequizados”. Nasceram com a responsabilidade de levar às próximas gerações o gremismo puro que emana na família desde sempre. Mas este Grêmio, o mesmo que inspirou este blog, eles só conhecem através de páginas amareladas de jornal, de vídeos velhos de vhs, das histórias que meu pai, meu irmão e eu, que vivemos muitas das grandes glórias do clube, transmitimos a eles. Nossos pequenos gremistas ainda não viram o GRÊMIO CAMPEÃO.
Que Grêmio as crianças desta geração lembrarão?
Que histórias estão sendo deixadas pra contarem daqui 10, 20 anos?
Uma década maldita. E por mais que seja imprescindível manter viva entre eles a nossa história imortal, aquela que nunca será apagada, eles precisam também vivenciar as suas glórias para que, assim como nós, possam de verdade fazer parte delas.
Neste sábado, contra um perdido e despedaçado Palmeiras, começamos a famigerada retomada. Correr atrás do prejuízo no BR pra tentar ficar entre os quatro se a vaga à Copa por acaso não vier na Sulamiranda. Muito prematuro ainda falar em disputa de título no certame. O Grêmio tem muito que aprender desses quase 10 anos sem título expressivo. Necessita, sim, de reformulação, esta que não deve se restringir somente às quatro linhas. Passou da hora dos homens que comandam nosso Grêmio trocarem os discursinhos conformados por conquistas significativas.
Continuas, Grêmio, um sentimento sem explicação.
Avante!







Rafa Bandeira
25. mai, 2010
OREMOS…
Rafa Bandeira
25. mai, 2010
OREMOS… muito !!
diego
25. mai, 2010
CCRRUUUZES!
bombo os posts! hehe dale copero!
no mais, “gremio cheio de engenheiros” -> FATO!