GRÊMIO – Campeão acima de tudo
Publicado em 24/mar/2010 por Charles Hansen.
Tags: eduardo peninha bueno, livro

Grêmio, ensina o dicionário, é um “grupo de pessoas reunidas em torno de um mesmo objetivo”. Significa também “o colo, o peito, o lugar que acolhe”. Mas todo mundo sabe que o Grêmio é muito mais do que isso. Grêmio quer dizer vitória, superação, empenho e glória redentora. Porque o Grêmio virou adjetivo depois que o substantivo passou a ser o nome de um time. Na verdade, mais do que um time, já que o Grêmio é o esquadrão que ganhou todos os campeonatos possíveis – e único que conquistou (duas vezes) a Primeira Divisão com onze em campo e a Segunda só com sete. E, que ninguém duvide, ganharia a Terceira com cinco a menos, se a lei nos permitisse jogar com tão poucos.
Grêmio campeão do Brasil, da América e do Mundo.
Grêmio, campeão acima de tudo e acima de todos – especialmente em cima deles…
Eduardo Bueno
Livro vendido através da Grêmio Mania no valor de R$ 29,00
…..
Grandiosos Blues Brothers.
O Grêmio Copero cumprimenta os amigos Fernando e Eduardo “Peninha” Bueno por transcreverem histórias e estórias do nosso imortal tricolor, fomentando o gremismo latente e ortodoxo que corre em nossas veias. Que esta obra preceda tantas outras porque a história do clube é inesgotável.
Promoção
Quer ganhar um livro autografado? Estaremos distribuindo um exemplar.
Conte-nos, de forma breve, uma história, uma passagem ou uma recordação de gremismo que mais lhe marcou.
No dia 31.03 estaremos avaliando e elegendo, na opinião do Grêmio Copero (Charles, Leonardo e Aline), a melhor passagem.
Viva o gremismo ortodoxo comedor de carne vermelha. E Boa sorte!







Ale Gremista
24. mar, 2010
Bah, terminei de ler esse livro hoje! É maravilhoso! Com certeza um dos melhores que li! Deu até pra chorar de emoção =)
Recomendo à todos os gremistas!
Charles Hansen Reply:
março 24th, 2010 at 23:42
Fernando me disse que dava pra chorar nesse livro. Comecei ele hoje.
Adriano Snel
24. mar, 2010
Livro novo dos Blues Bros? Isso me interessa!
Abraços campeões!
ADRIANO GREMISTA
24. mar, 2010
Em 1991, pior ano da nossa história (junto com 2004), depois de muito sacrifício prá arranjar grana prá viagem, fui ao Rio prá assistir Grêmio e Botafogo, um dia inteiro de sufoco, infelizmente o resultado todos sabemos (e não gostamos de lembrar). Na volta, aquela tristeza toda, chegamos segunda-feira à noite em Porto Alegre, descemos no Olímpico prá guardar o material da torcida, todo mundo chorando e, 24 horas depois, na terça-feira à meia noite, embarcamos prá Curitiba afim de acompanhar o Grêmio na semifinal da Copa do Brasil daquele ano (maldito…). De tudo que eu já passei, muitas alegrias e algumas tristezas, esse é um singelo exemplo de quem está com o Grêmio onde (e como) ele estiver…
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Ah, quando estava na primeira série, me recusei a desfilar com a minha escola no Sete de Setembro. Motivo: o calção e as meias do uniforme eram vermelhos…
ADRIANO GREMISTA
24. mar, 2010
Ah, falando do livro, espero ganhá-lo, ou vou comprá-lo depois. Tenho um dos livros do Peninha sobre o Grêmio, e ele representa a essência do sentimento Gremista. Assisti também entrevistas dele (na ESPN) e do Fernando (no Sportv). Hilárias e históricas, sempre axaltando nossos feitos e esculachando o time do aterro!!
Fernando Sartor
25. mar, 2010
“Significa também “o colo, o peito, o lugar que acolhe””
Só pode ser daí que nascemos com esse gremismo, de dentro do peito, do fundo do coração.
Tenho comigo alguns principios, e um deles é nunca usar, ter ou possuir alguma roupa ou objeto encarnado, NADA, JAMIS!! Recuso sem pestanejar qualquer presente.
O mundo pra ser belo só pode ser AZUL PRETO E BRANCO!!!
Frontera.
25. mar, 2010
A história TRICOLOR está aí, aqui não reformulamos a história a cada 100 anos, aqui não temos crises de identidade, somos Grêmio na alegria e na tristeza.
Com certeza leitura obrigatória!!!!!
GRÊMIO!!!! NA BOA E NA RUIM MUITO MAIS!!!!!
Lucas Dornelles
25. mar, 2010
Sempre tive muita fé no Grêmio, por certos momentos cegamente acreditei mesmo quando já nem tinhamos chances.
Em 96, não perderia por nada a final do brasileiro, ia ao jogo com meu pai e normalmente frequentávamos as cadeiras, mas os ingressos se esgotaram rapidamente e com muito esforço consegui entradas para a social. Nas cadeiras ainda não haviámos perdido, no único jogo que assistimos na social, empate contra o Goiás. Temi que a sorte não estivesse do nosso lado.
No dia da final acordei cedo e sai de casa, na época morava próximo do Bom Fim, fui em direção ao brique da redenção e parei em frente a Igreja Santa Teresinha. Entrei e comprei 2 velas. Ascendi as velas e o pedido tava feito. 2 gols Grêmio. Era suficiente pro Grêmio ser campeão. Darnlei de Deus que segurasse lá atrás. Voltei pra casa com aquela certeza que o título seria nosso.
Chegando ao Olímpico ficamos numa fila kilometrica para acesso a social. Após quase uma hora no sol do dezembro portoalegrense, não tendo chegado nem no pórtico ainda, eis que recebemos uma proposta nada indecente: um grupo de 8 amigos tinha 5 ingressos de social e 3 de cadeira especial e queriam trocar as cadeiras pela social. Trocamos os nossos ingressos e fomos para as cadeiras. Tudo certo. Nas cadeiras não tínhamos como perder aquele título. O estádio estava lotado, a torcida não parou de acreditar nunca. Chorei com o gol do Aílton aos 40 minutos do segundo tempo, foi uma das maiores emoções da minha vida, num jogo que foi inesquecível para todos os Grêmistas.
Rafael Tavares Pinto
25. mar, 2010
Charles,
Eu tenho muitas histórias: Por exemplo: meu irmão mais novo e eu fizemos parte dos poucos mais de 12.000 Tricolores presentes ao Monumental no massacre de 5 X 0 nos “Palermas”, em 95. Tem também todas as histórias de títulos e sofrimentos, como o de 2005, que transformou minha noiva em uma Gremista ferrenha. Porém, a que eu gosto mais é a das raízes de meu Gremismo, que vos conto:
Meu pai, Seu Glênio, mais conhecido como Juca, nasceu em uma família de amargos. Quando tinha 6 anos de idade, foi levado de arrasto até o antigo chiqueiro colorido para assistir a um jogo memorável: a Final do Gauchão de 1954 – Renner 3 X 1 Amargos. Um dos meus tios, amargo que é, saiu de campo vomitando de desespero. Juca, ao ver tudo aquilo, ainda criança, pensou: “E querem que eu torça por este time?!”.
Alguns anos mais tarde, a família mudou-se para as imediações da Azenha. Juca, no final da infância e início da adolescência, vivia a pular os muros do Olímpico para assistir ao jogos. Por óbvio, o “vírus” estava inoculado, não tinha mais volta: tornara-se Gremista.
Anos mais tarde, com 29 anos, Juca precisou passar por uma cirurgia de hérnia. Era 1977. Por ironia do destino, o procedimento foi marcado para o dia da final do Campeonato Gaúcho. Silêncio no hospital. No mesmo quarto em que meu pai aguardava a cirurgia, um senhor reclamava de muita dor. Juca descolou um radinho. Vibrou feito um maluco no gol de André Catimba. Quando a torcida invaidu o gramado, ele sabia que não tinha mais volta: a hegemonia estava quebrada e o Rio Grande era azul novamente. Ele correu pelo hospital, levando as enfermeiras à loucura. Sempre que imagino ele fazendo tudo isso, me emociono e penso como gostaria de ter vivido essas coisa com ele.
Hoje, com 62 anos, ele já está bem mais calmo, não vai mais ao estádio e vive dizendo que não quer acompanhar aos jogos, pois acha que sua fase já passou. Não falo nada, mas, sempre que o nosso amado Grêmio joga, percebo ele de ouvido no rádinho e dando uma espiada na tv, além, é claro, de viver corneteando seus colegas coloridos.
Obrigado, Juca. Obrigado, Seu Glênio. Pai, obrigado por me passar ese “vírus” incurável, este sangue azul que corre em minhas veias.
É, realmente, nada pode ser maior…
Frontera.
25. mar, 2010
Charles!!!! Mas e o chocolate ontem????
COISA LINDA!!!!
rafael
25. mar, 2010
Pois é Charles, e o chocolate???
Dei tanta risada.
Abraço
Sangrazul
25. mar, 2010
…Não li o livro ainda…mas deve estar registrado as façanhas do imortal e que sirva de exemplo a atual e futura direção gremista, pelo resgate do hoje sofrível grêmios…. mudando o foco: A IMPRENSA COLORADA GAUCHA, a questão de um mês estampou: Fossati, ” o Sr. América”…semanas depois exigiu a troca do sistema de escalação(03 zagueiros para dois) e ganhou… mas os amargos só empataram e ontem após o Chowcolate do São José, estão exigindo a saida do Fossa – ti… vá ser colorada assim imprensa isenta???? …FUI….
Ronaldo Sidinei
25. mar, 2010
Em 2005 na grande final da batalha doas aflitos, estavamos eu e meu pai a assistir angústiados aquela vinha ser a partida derradeira do ano, no segundo penal, meu pai foi-se pro banheiro e não quis assistir a cobrança, ficou por lá, derrepente saí gritando: ” pai o gallato pegou!, defendeu, defendeu.”. Meu pai saiu do banheiro chorando e disse: ” eu estava rezando no banheiro pra que isso adcontecesse”.
Chegou me dá um arrepio. Daí foi só festa!
abço pra todos!
Ígor de Grêmio
25. mar, 2010
Ganhei o livro em janeiro da minha namorada, em dois dias estava lido. O Eduardo é um grande teórico do Gremismo Ortodoxo.
Valeu Eduardo e Fernando Bueno, por tão bem representarem a naçao Tricolor
guilherme pereira
26. mar, 2010
Foi no dia 26 de novembro de 2005, trabalhava na época no Tele atendimento da CEEE e meu horário era das 19:00 as 01:00 da manhã do dia seguinte e naquele sábado eu estava de plantão. Como o jogo do GRÊMIO eram as 16:00 hs fiquei descansado pois, morava na área rural de Nova Santa Rita e demorava em torno de 01:00 hora para chegar ao trabalho em POA de moto, o jogo começou e todos, sabem o desenrolar daquela partida até o momento do pênalti de Nunes e a confusão que se seguiu fiquei em frente à TV num primeiro momento atônito e aqueles minutos pareciam séculos. Balançava a cabeça negativamente e sentia que toda a angustia e sofrimento se perpetuariam por mais um ano, xingava até a 10º geração da família daquele juiz e naquele momento fraquejei , vi que já estava atrasado e saí da frente da TV a moto estava na garagem onde existia uma janela para a sala vi o momento da defesa de GALATTO já em cima da moto. Che, pulei da moto deixando ela cair no chão fui até o meu quarto peguei a caixa de foguetes que havia comprado e fui para a rua estoura- los e xingar um mato de acácia que existia em frente a minha casa como se ali estivesse escondidos toda a torcida dos amargos. Foi quando meu irmão começou a gritar com o GOL de ANDERSON(acreditem eu não vi o GOL) e eu já sem foguetes comecei a chorar copiosamente subi na moto com uma bandeira do GRÊMIO amarrada no pescoço e me bandeei para POA que estava virada do avesso. Ao chegar no antigo sítio do laçador na av Ceará vi um louco pendurado no pescoço da estátua, as pessoas se atirando no chão e eu em pé na moto aos berros. Cheguei na CEEE e fui trabalhar rouco e sem voz os consumidores no telefone constatavam que eu era gremista e me parabenizavam pelo feito e eu orgulhoso de peito estufado que nem frango índio no terreiro, não comigo e sim com o meu, o teu, o nosso GRÊMIO. Que dia.
Frontera.
26. mar, 2010
Todos temos algumas histórias incríveis que o Grêmio nos proporcionou.
Aquela dos Aflitos foi sacanagem, mas acreditem, eu estava ajoelhado, vá reza, e meu cachorro quando o jogador do Náutico correu para bola, ele, o cachorro começou a correr ao meu redor, para sempre vou dizer que o cachorro previu que o Galatto pegaria o penalti, o cachorro comemorou antes, incrível.
Outra foi em um Gre-nada pela final de um gauchão, ou 89 ou 90, agora não me lembro exato, mas eu estudava em POA e na época morava em São Luis Gonzaga, naquele domingo de final de gauchão meu pai pegou o carro para trazer eu e minha irmã lá de SLG. Saímos de madrugada e lá por Santiago, passamos em um buraco e furou um pneu, próximo a Santa Maria pegamos outro buraco e furamos 3, eu disse 3 pneus, ficou aquele clima ruim, e aí para descontraír um pouco eu larguei: CADA PNEU FURADO É UM GOL DO GRÊMIO e adivinhem o placar… 4 x 2 para o Grêmio, meu pai e meu tio a cada gol do Grêmio me desmanchavam o jornal pela cabeça que estavam sentados em cima, que loucura.
Este é o Grêmio em nossas vidas.
Tarsis Salvatore
26. mar, 2010
Charles, agradeço a promoção, mas vou comprar o livro. Não dá para concorrer contra essa história do Frontera
Só para constar, a final da Libertadores de 96, última que vi com meu pai, foi sensacional. Após o gol, meu pai erguido com os braços comemorando o gol do Dinho enquanto o Silvio Luiz mandava o cara do som colocar o hino do Grêmio de fundo aos berros de BG, pois após o gol ele tinha tirado.
Abs!
Edilson
26. mar, 2010
Olá pessoal do blog. Comecei a acessar a pouco tempo e quero parabenizá-los pelos posts muito bons. Pretendo comprar o livro. Tenho uma dúvida: Alguém poderia me informar sobre aquelas maravilhosas miniaturas de taças? Tem pra vender em algum lugar? Eu sempre quis ter algo assim, desde criança, principalmente a da Libertadores. Obrigado.
ADRIANO GREMISTA
28. mar, 2010
Só duas lembranças… para o fronteira, esse GREnada foi em 90, final do Gauchão, 4 a 1 prá nós (Assis-o traidor, Cuca e Paulo Egídio (2)). E para o Edílson, as taças em miniatura estão à venda na Grêmio Mania do Olímpico (± 200 reais cada). Saudações Tricolores !!
heraldo
28. mar, 2010
Ola Charles!
gostaria de sugerir pro peninha, ou qquer Imortal, que fizessem um livro sobre as manchetes de 2010 dos imitãos isentos.
capitulo 1- fossa-tche,o sr america
2-pato ou VITOR,quem é melhor.
3-pedalado vai a buenos aires,pedir pro cheradona,não convocar,qui-da-o-çu e dalebiba.
4-que gruuuuuuuuuuuuuuupo
5-100 anos de gloria,para terminar com o braço 2 da quitanda.
6-deputado consegue verba federal para o esparadrapão.
e assim vai,tem tandas historias,como diz roberto carlos ,o rei,são tantas emochões.
Charles Hansen Reply:
março 29th, 2010 at 10:10
Heraldo. Excelente! uhauhauhauh
léo
29. mar, 2010
Minha história é da primeira vez q fui ao olímpico, tenho 15 anos e moro no norte de SC. Vamos à história então:
No início de 2007 o Grêmio com seu time regular, disputaria a Libertadores da América: o campeonato de maior importância para o Grêmio, e sua meta, mesmo que distante, não era nada menos que brigar por mais um título com garra, suor e sangue, a essência do verdadeiro futebol. pouco antes do início do primeiro jogo do Grêmio na Libertadores, o qual assistiríamos pela televisão, contra o glorioso Cerro Porteño no Paraguai, eu fiz meu pai me prometer que, caso o Grêmio chegasse na final ele me levaria ao Olímpico para ver o Grêmio sagrar-se campeão. Eu estava com um bom pressentimento sobre aquele time, e como meu pai não acreditava que um time regular, como ele achava ser o Grêmio, não chegaria final ele me prometeu que me levaria à final.
A medida que os jogos da Libertadores foram acontecendoeu fui ficando mais confiante, e ao procurar na internet sobre o jogo do Grêmio, achei um maravilhoso vídeo feito pelo Fernando Rato, chamado: A resposta(http://www.youtube.com/watch?v=7ZIkRAFHw4Y), o qual continuei acompanhando ao longo da competição e que se tornaria América (http://www.youtube.com/watch?v=dbKzjYvNQOk).
Com muito sofrimento, como foi em toda sua história, o Grêmio consegiuu se classificar para a 2ª fase com um gol de Lucas na vitória do Grêmio no Olímpico e novamente com o resultado de 1×0 sobre o Cerro Porteño.
A partir dali o Grêmio não podia mais se dar ao luxo de cometer deslizes pois era apenas uma partida de ida e uma de volta. O adversário do Grêmio nas oitavas seria o são paulo, o atual campeão brasileiro, e o elenco de maior qualidade do brasil. A primeira partida seria no Olímpico, diante da maravilhosa torcida tricolor, e a segunda partida seria no morumbi.
O Grêmio no Olímpico ganhou de 2×0 e conseguiu segurar o resultado de 1×1 na segunda partida, se classificando assim para as quartaspara enfrentar o Defensor Sporting do Uruguai. Com a derrota de 2×0 do Grêmio fora na primeira partida, o Grêmio conseguiu levar a decisão para os pênaltis no Olímpico com uma vitória pelo mesmo 2×0. O Grêmio com muita competência, pois o penalti não é apenas loteria e sim competência, conseguiu a vaga para a semi.
Eu estava cada vez mais confiante no título.
Na semi final contra o Santos após o 2×0 no Olímpico Monumental o Grêmio “ganhou” uma derrota por 3×1 na vila belmiro, fazendo valer a regra de gols fora de casa.
Fui então ao Olímpico no dia da final, pela primeira vez na minha vida e mesmo com a derrota do Grêmio para o Boca me emocionei com a grandiosa torcida Tricolor que não parou de incentivar o time do Grêmio em nenhum momento. Após aquele dia eu aumentei ainda mais minha vontade de jogar pelo Grêmio, sou zagueiro e estou treinando para isso. Ano que vem farei um teste no Grêmio e darei meu melhor.
Nome (requerido)
04. dez, 2010
gremio e muito bom .quem e gremista tem valor e tem orgulho.minha familha e gremista;elisangela
Antonio Diniz
17. jan, 2011
O Everaldo não deveria estar entre os “Imortais Tricolores”, pois foi campeão do mundo em 1970 ?
Abraços
Diniz
Santo André – SP