Trabalho de base
Publicado em 07/out/2008 por Aline Cardias.
Tags: categorias de base, futebol

Durante dois anos pude acompanhar de perto as categorias de base do Grêmio – que há anos estavam jogadas às traças – e sua evolução. Ainda que tenha minhas restrições com relação ao presidente Paulo Odone, não posso deixar de creditar a ele boa parte desta recuperação. Respaldado por profissionais que estavam mesmo a fim de dar um novo rumo ao departamento, apostou em Rodrigo Caetano, então coordenador das categorias, que mostrou serviço e o resultado começou a aparecer. Penso que o mais importante aconteceu: a mudança de filosofia sobre a importância de investir nos guris, ainda que o retorno seja a longo prazo. A valorização da base como formadora de profissionais e, por isso, a necessidade de um trabalho multidisciplinar e integrado com o departamento profissional, possibilitando um melhor acompanhamento em todas as áreas.
Aprimorar e focar o futebol, mas também cuidar da cabeça dos garotos que, desde cedo, aprendem a conviver com responsabilidades e cobranças, mas que nem sempre conseguem assimilar a ponto de fazer do limão uma limonada. Isso pesa e, assim como presenciei o crescimento de muitos desses garotos que hoje estão entre os profissionais, nesses dois anos também vi muitas “promessas” sucumbirem à pressão e à falta de preparo.
Foi legal ver os meninos jogando no sábado e dando conta do recado quando o time mais precisava. Eles foram valentes e não tremeram diante da obrigação da vitória. Mas agora precisam de uma continuidade. Não podem simplesmente ser esquecidos e chamados somente quando o cinto aperta. Não que passem obrigatoriamente à condição de titulares imediatos, ou que sejam vistos como solução momentânea, mas se tiverem realmente condições, que passem a ser aproveitados com maior freqüência.







Maicon Michels
08. out, 2008
Tenho 21 anos e acho que com 19, um jogador ja pode ser tratado como homem … Tem que pararem de tratar marmanjos como se fossem adolescentes que precisem de psicólogos e tudo mais para fazer o que são pagos( e muito bem pagos), para fazer.
É jogador do Grêmio, pronto, esta a disposição, se o técnico achar que merece jogar, joga, se merece ir para o banco, manda pro banco e pronto, desde que haja coerencia e justiça.
Acredito que nah devemos mexer no esquema, e voltando o capitão Tcheco, essa jóia rara chamada Douglas deve voltar para o banco, e ele me parece maduro o suficiente para saber que seu tempo ainda não chegou.
Matione na lateral sim é uma imposição, ja mostrou o seu valor e esquentava o banco para um atleta muito inferior a ele, aí que digo que faltou coerencia …
VAMO MULEKADA, NO GRÊMIO É ASSIM, MENINOS VÃO A GUERRA E VOLTAM HOMENS !!! LIBERTADORES VEM AÍ …
farofa
20. out, 2008
mas eu tenho 19 anos e sei jogarrrr
bola muito bem.