Arquivo » junho 2008

Chora, Amargo!

Que cara de pau dizer que NUNCA vi isso antes. Ahhh, faça-me o favor moranguetes. www.gremiocopero.com dando classe em futebol cisplatino.

Reparem o mesmo passo de balé, a mesma graça, a mesma camiseta amarelo-entregão:

 

E aqui outra vez, só pra não deixar dúvidas de que o bandeira trabalhou no ATO. Amargos e pedalados, chorem! Chorem porque o choro é livre.

Rumo ao tri!

e dale e dale e dale Grêmio dale! 

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Pequenas diferenças

Somente quem é gremista sabe o que significa isso. Treino pré-Grenal com 6 mil torcedores, parecia jogo. Aliás, justo o trapo que estendido no Olímpico com os dizeres “Treino é jogo. Jogo é guerra!”.

Me desculpem, mas isso é uma pequena amostra do quanto fazemos a diferença.  Comunhão entre clube e torcida.  De quebra, ação social recolhendo alimentos e agasalhos.   Isso tudo pra mim faz sentindo. É bom ser gremista tanto na boa como na ruim. Pra cima Grêmio, nada pode ser maior.

ENTRADA DA GERAL NO TREINO

 AGRADECIMENTO DOS ATLETAS

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Não somos iguais

 O Grêmio quer distância do rótulo de favorito para o Grenal. Favoritismo é momento e este o Grêmio não pode negar. Mas também acho correto o Tricolor não dar armas ao inimigo. Tem que manter os pés no chão.  Nós torcedores sim, podemos e devemos desfrutar a boa fase. Mas com cautela. Pegando carona com o Leo Fleck, “nada mudou”. O clássico é um jogo diferenciado e tudo pode acontecer. O que não pode é o time entrar no clima do já ganhou, estabelecido após a vitória de domingo por grande parte da torcida que já preconiza mais uma goleada. Salto alto, nem pensar. O time é consideravelmente inexperiente e com certeza vai querer mostrar serviço. Vontade não vai faltar e espero que futebol também não. Pelo menos é no que estou apostando. O que vai valer, de verdade, vai fazer toda a diferença e, nisso sim eu ponho a maior fé, é a nossa torcida, o bafo na nuca do adversário. Apoio também não vai faltar. Isso, a bem da verdade, não falta nunca.

Em tempo: Léo absolvido no início da semana pelo STJD. Será que a coisa também vai melhorar praquelas bandas?
Vamos ver no que vai dar os supostos gestos “obscenos” de Roger à torcida. Esse Sr. Paulo Schmidt, não tem mais o que fazer?

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Nada mudou!

Espírito de Grêmio é embate, bravura, pelea, doação, superação, raça, sangue no olho. Um pelo outro. Lutamos e cantamos pela glória. Sempre foi assim. O Grêmio vive a sua melhor arrancada no Brasileirão dos pontos corridos e lideramos, com dois outros clubes é verdade, mas lideramos esse campeonato lalalala, mas e daí? Nada mudou.  Nada. Vamos pra mais um jogo, mais uma batalha. Nada mudou. Longe de confiar-se e subir num salto o Grêmio, e todos nós gremistas, vamos pra essa partida mentalizados, como sempre, no objetivo maior, os três pontos. Nada mudou. O alento nas arquibancadas do Olímpico será como sempre, tremendous. Nada mudou. A Geral pretende levar 10.000 gargantas já no treino prévio a partida e, como sempre, faremos escola. Nada mudou. Já afirmo no passado o futuro, por que a final de contas, isso é espírito de Grêmio, filhote. NADA pode ser maior!

 Avante comedores de carne vermelha!

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Reprisando 96

Em 1996 o Grêmio venceu o Atlético Paranaense por 3 x 0 no Olímpico com três gols de pênalti de Adilson.  Ontem reprisamos o ocorrido.  Naquele ano fomos campeões brasileiros.  Quem sabe esse ano não pode reprisar o mesmo?

Coincidências a parte,  jogamos um futebol suficiente e eficiente.
Troco a exuberância pelos três pontos na tabela.

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André Krieger

Fato é que ninguém, nem o mais otimista, poderia  imaginar o Grêmio na co-liderança do Brasileiro.   O retrospecto recente marcado por eliminações amadoras para clubes inexpressivos e o futebol paupérrimo apresentado pelo time projetava algo bem oposto.

Krieger - Dificil missao a frente do futebolAinda é cedo para projetar algo consistente, muitas rodadas estão por vir.   Mas acho justo destacar que o momento tem muito haver com a atuação do Andre Krieger no comando do futebol.

Dirigente experiente, com passagem vitoriosa em 1999, ele blindou o futebol  e bancou no osso a comissão técnica.  Convicto, possibilitou até o momento que o trabalho fosse realizado.   Avesso as  “pelaipices”, atua sem holofotes da imprensa.    De certa forma, resultados satisfatórios de sua atuação estão aparecendo.

Agora, a janela européia está aí.  Para que esse pensamento seja mantido, Krieger terá que atuar com sabedoria na relação saídas e chegadas.  Uma equação um pouco ingrata, mas fundamental para a manutenção desta boa campanha.

E a suspensão? Sem galho, ele não entra em campo.

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Seis em nove

O resultado do último sábado diante do Goiás, lá no Serra Dourada, mais que a vitória e a quebra de um tabu de mais de 12 anos, repetido à exaustão durante a semana, me fez refletir sobre um outro aspecto que vem chamando a atenção nessas primeiras aparições Tricolores no brasileirão. O aproveitamento fora de casa. Pode até ser meio cedo para se fazer tal análise. Mas ano passado amargamos uma incrível sina de derrotas nas partidas disputadas além do Mampituba. Tirando o gauchão, tivemos um aproveitamento muito aquém na libertadores onde conseguimos a façanha de chegarmos à final tendo vencido apenas uma partida fora de casa (Isso é o Grêmio!) e se repetiu incontáveis vezes no campeonato brasileiro.

Não vou me apegar aos números da campanha anterior até porque corro o risco de não apresentá-los com precisão. Mas todo gremista lembra da ladainha que era voltar com no mínimo um pontinho para Porto Alegre. Onde quero chegar? Bom, as vitórias contra São Paulo e Goiás (seis pontos dos nove disputados fora de casa),falando só em brasileiro, começam a dar mostras que o Tricolor pode realmente estar iniciando um novo momento, ainda que o time cause alguma desconfiança pela falta de qualidade e de reposição de determinadas peças. Na minha ótica, o Grêmio ainda carece de uma “cara”, uma identidade. Mas não dá pra negar que tem sido uma equipe equilibrada, com atuações que estão além do esperado considerando um todo. Pelo menos é o que os resultados e a tabela de classificação demonstram.

Apesar das desclassificações precoces no regional e copa do Brasil, dos 16 jogos realizados fora do Olímpico neste ano, tivemos apenas duas derrotas. Um número que por hora aponta para uma perspectiva positiva para o Tricolor longe de casa. E se a torcida e o time continuarem a fazer cada um sua parte no Monumental…

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