Publicado por Charles Hansen em 19/jun/2008
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Fato é que ninguém, nem o mais otimista, poderia imaginar o Grêmio na co-liderança do Brasileiro. O retrospecto recente marcado por eliminações amadoras para clubes inexpressivos e o futebol paupérrimo apresentado pelo time projetava algo bem oposto.
Ainda é cedo para projetar algo consistente, muitas rodadas estão por vir. Mas acho justo destacar que o momento tem muito haver com a atuação do Andre Krieger no comando do futebol.
Dirigente experiente, com passagem vitoriosa em 1999, ele blindou o futebol e bancou no osso a comissão técnica. Convicto, possibilitou até o momento que o trabalho fosse realizado. Avesso as “pelaipices”, atua sem holofotes da imprensa. De certa forma, resultados satisfatórios de sua atuação estão aparecendo.
Agora, a janela européia está aí. Para que esse pensamento seja mantido, Krieger terá que atuar com sabedoria na relação saídas e chegadas. Uma equação um pouco ingrata, mas fundamental para a manutenção desta boa campanha.
E a suspensão? Sem galho, ele não entra em campo.
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