Em memória de Calvet.
Quando Ruy Carlos Osterman testemunhou dizendo “muitos zagueiros do atual futebol nem amarrariam seus cardaços” não exitei em imaginar que Calvet fora um grandioso quarto-zagueiro. Da boca dos mais antigos um a certeza que fora o melhor de nossa história. Contam que ele era dotado de uma qualidade ímpar, de jogadas exatas e com postura de maestro.
Calvet jogou no Grêmio entre 1956 a 1960 onde conquistou títulos gaúchos. Depois foi para o Santos e Seleção Brasileira. O Grêmio Copero presta homenagem a este baita jogador, que lá no céu desde este último sábado, estará intercedendo pela zaga gremista.
Obrigado e vá com Deus.
Opine:






O Calvet foi um notável jogador. Veio de bBagé, cidade que já havia dado o fantástico Gessi, uma dos maiores jogadores que vestiram a camiseta do Grêmio. O Calvet veio como volante, antigo centromédio. A zaga do Grêmio na época era Airton e o capitão Enio Rodrigues. Penso que tenha ficado no Grêmio por dois anos e, depois, foi para o Santos.