Publicado por
Charles Hansen em 27/mar/2008
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arena
Para a grande maioria, em um primeiro momento, vamos de TBZ HUMAITA. A partir de agora correm noventa dias para a formalização do melhor contrato que regirá a relação entre clube e empreitera. Do desejo para o papel e o novamente o conselho envolvido. Peço apenas que eles pensem no clube e abandonem toda e qualquer vaidade/interesse pessoal. Sejam acima de tudo GREMISTAS!
Tudo isso porque chamou a a atenção as entrevistas míopes, repletas de divergências e falta de visão de alguns reativos geriátricos conselheiros do clube. Com argumentos falhos, sem embasamento e não convincentes, defendem uma arena na Azenha. Sinceramente, acho que estão loucos….
Imagino o quão difícil foi mudar do Moinhos de Ventos para a inabitável Azenha na década de 50. Sessenta anos depois está na hora de mudar de novo. A hora é agora, daqui alguns não haverá mais área deste porte em Porto Alegre. A cidade cresce e o Grêmio sabe disso e também precisa crescer.
O futuro do clube passa por este empreendimento. Futebol não se faz mais só com camisa e prestígio, é necessário dinheiro. Contar com um estádio efetivamente rentável é relevante neste contexto.
Já os mais conservadores dizem que mudar será dar as costas para a história.
Oras, não me venham com essa. Ninguém calejado que nós gremistas quando o assunto é reverenciar títulos, louvar atletas e constituir lendas. Me vejo daqui alguns anos, bebendo uma cerveja no PRELIMINAR DA ARENA e contando para os mais jovens que no velho Olímpico, lotado por uma centena de milhares de gremistas, se viu o Grêmio levantar taças com sangue no rosto. Que foi lá no concreto da arquibancadas do Monumental que se ensinou ao Brasil como se torce e cultua-se um clube de verdade.
Eu continuo sonhando com a nova Arena. E por favor, só me acordem no dia da inauguração!
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