Arquivo » março 2008

Em memória de Calvet.

Calvet em treinamento com Osvaldo Rolla, o Foguinho.Quando Ruy Carlos Osterman testemunhou dizendo “muitos zagueiros do atual futebol nem amarrariam seus cardaços” não exitei em imaginar que Calvet fora um grandioso quarto-zagueiro. Da boca dos mais antigos um a certeza que fora o melhor de nossa história. Contam que ele era dotado de uma qualidade ímpar, de jogadas exatas e com postura de maestro.

Calvet jogou no Grêmio entre 1956 a 1960 onde conquistou títulos gaúchos. Depois foi para o Santos e Seleção Brasileira. O Grêmio Copero presta homenagem a este baita jogador, que lá no céu desde este último sábado, estará intercedendo pela zaga gremista.

Obrigado e vá com Deus.

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TBZ Humaitá.

Para a grande maioria, em um primeiro momento, vamos de TBZ HUMAITA. A partir de agora correm noventa dias para a formalização do melhor contrato que regirá a relação entre clube e empreitera. Do desejo para o papel e o novamente o conselho envolvido. Peço apenas que eles pensem no clube e abandonem toda e qualquer vaidade/interesse pessoal. Sejam acima de tudo GREMISTAS!

Tudo isso porque chamou a a atenção as entrevistas míopes, repletas de divergências e falta de visão de alguns reativos geriátricos conselheiros do clube. Com argumentos falhos, sem embasamento e não convincentes, defendem uma arena na Azenha. Sinceramente, acho que estão loucos….

Imagino o quão difícil foi mudar do Moinhos de Ventos para a inabitável Azenha na década de 50. Sessenta anos depois está na hora de mudar de novo. A hora é agora, daqui alguns não haverá mais área deste porte em Porto Alegre. A cidade cresce e o Grêmio sabe disso e também precisa crescer.

O futuro do clube passa por este empreendimento. Futebol não se faz mais só com camisa e prestígio, é necessário dinheiro. Contar com um estádio efetivamente rentável é relevante neste contexto.

Já os mais conservadores dizem que mudar será dar as costas para a história.
Oras, não me venham com essa. Ninguém calejado que nós gremistas quando o assunto é reverenciar títulos, louvar atletas e constituir lendas. Me vejo daqui alguns anos, bebendo uma cerveja no PRELIMINAR DA ARENA e contando para os mais jovens que no velho Olímpico, lotado por uma centena de milhares de gremistas, se viu o Grêmio levantar taças com sangue no rosto. Que foi lá no concreto da arquibancadas do Monumental que se ensinou ao Brasil como se torce e cultua-se um clube de verdade.

Eu continuo sonhando com a nova Arena. E por favor, só me acordem no dia da inauguração!

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Valendo copas.

Dos pontos corridos para o mata-mata.

A abordagem mudou, jogamos agora pela vida.  Jogamos por copas e sem direito de errar. É período de decisões tanto no campeonato Gaúcho quanto na Copa do Brasil.  Não será permitido vacilar, o primeiro semestre estará em jogo e conseqüentemente muita coisa estará à prova.

Acredito nesse Grêmio, mesmo sabendo que há carências a serem sanadas.  Qualidade há e potencialidade para crescimento também. Que ocorra nesta fase decisiva.  Estamso sendentos por voltas olímpicas.    E para isso, subiremos a serra para encarar o pesadelo dos amargos (Juventude) e depois rumo ao planalto central.  Duas partidas que merecem ser cuidadosamente jogadas para que depois em casa, com apoio da torcida, continuemos a trajetória.

Força Grêmio. Nesta campanha eu estou contigo.

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Os gritos do silêncio?

O Barcelona não estampa patrocínio na sua camiseta porque seus torcedores não permitem. Ok, não estampa porque não precisa do dinheiro. Mas soa bonito dizer que é porque os torcedores não permitem, eu compro essa história.

Porque falar do amarelo clube catalão? Bom, apenas pra exemplificar que entre a torcida e um patrocinador, a torcida manda. Diz-se que a Unimed, no seu total direito de um contrato assinado, exigiu que, ahmm, o contrato fosse cumprido. Nada mais civilizado e republicano que respeitar contratos. O problema vem antes, qual foi o quadrupede ruminador de pasto que teve a brilhante idéia de não proteger o maior espetáculo proporcionado nas arquibancadas de um estádio brasileiro? Como, senhor Jesus Cristo, como ousam, ainda, não ter a Geral em conta sempre?

Na ponta do lápis e dentro da alma, qual perda pode ser mais sentida que a Geral em silêncio? NENHUMA.

E que liberem os trapos, as bandeiras, as barras, os bumbos, a cerveja, o direito de torcer em paz e de seguir fazendo da nossa a mais bonita das festas sempre.

Jamais nos matarão.

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“RS aprova proibição de bebida alcoólica em estádio”

1. A Inglaterra resolveu seu problema hooligan com duras sanções da UEFA e, principalmente, pelas duras e necessárias decisões da inquebrável dama de ferro Margareth Thatcher que assumiu a culpa inglesa na tragédia de Heysel em 1985 e organizou aquela maconha toda com culhões e convicção. A proibição da venda do álcool NÃO existe em estádios ingleses, diga-se, tampouco barreras físicas entre arquibancada e campo. O peso da lei se faz sentir e respeitar.

2. A Argentina, onde vivo, na vã tentativa de resolver seu gravíssimo PROBLEMA barra-brava proibiu a venda de álcool nos estádios (entre outras medidas inócuas) e, diferentemente da Inglaterra, não enfrentou e não enfrenta as suas reais questões: a impunidade, as promíscuas relações das barras com dirigentes e políticos e as práticas quase mafiosas na (melhor parar por aqui). No último final-de-semana um torcedor do Vélez foi morto a bala nas imediações do estádio do San Lorenzo e o ministro da Justiça no desgoverno de Cristina Fernández de Kirchner declarou que isso não é um problema do futebol e que poderia haver ocorrido em uma ‘excursão de aposentados’ e que foi um ‘ato isolado’, completou. Concluam vocês o que quiserem, do meu lado afirmo que nitidamente faltará convicção e, sobre tudo, culhões pra resolver a questão. Basicamente nada mudará. Aguardemos.

3. A desgovernadora do meu Rio Grande vai seguir, ao que tudo indica, o descaminho hermano. Lamentável demais, porque o problema está longe, mas beeeeem longe do álcool. Eu quero uma Thatcher JÁ e minha ceva bem gelada.

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Crescente tricolor

É tempo de experimentações. O Grêmio aproveita esse momento de liderança absoluta no gaúchão para testar formações, atletas e composições. Na via contrária da máxima de colocar o time em campo e repetir formações visando o melhor entrosamento, o Grêmio aproveita o final de primeira fase a gordura adquirida em busca do auto-conhecimento. A reformulação do grupo trás a reboque uma série de ônus em função do novo.

Com isso, vamos alternar altos e baixos ao longo dos jogos, natural para quem está em formação. O atual momento está permitindo Celso identificar o que funciona ou não, e providenciar devidas medidas. Os próximos quinze dias deverão ser muito bem aproveitados, depois disso começamos a disputar jogos que decidem os campeonatos.

É tempo de trabalho para os operários da Azenha.


ARENA

Arena GremioMovimento Grêmio divulgou em seu site informações sumarizadas das propostas apresentadas ao conselho deliberativo sobre os projetos de construção da arena. É nosso dever entender como estão configuradas as propostas para somente após façamos os devidos posicionamentos. Falar sem conhecer é irresponsabilidade.

Das três, abaixo referenciadas, entendo que TBZ Humaitá deverá o projeto vencedor.

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Verdades Históricas - Reconhecimento dos amargos.

Os amargos lutaram décadas para conquistar o seu mundial. E a partir do momento em que igualaram nosso feito  passaram a negligenciar a história e a razão pela qual lutaram por isso.   

Em 27.01.84 ocorreu no estádio Olímpico um Grenal  amistoso cujo fins foi a entrega das faixas para o CAMPEAO MUNDIAL.   Portanto amargos, se curvem para a história e recordem do dia em que reconheceram ao seu melhor estilo (derrotados…) o título que imortalizou tricolor.

 

Grenal da entrega das faixas - Zero Hora Grenal da entrega das faixas pelo Mundial 1983.

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