100 vezes Sandro
Não poderia ter sido diferente. O jogo em que se comemorou a centésimo partida do Sandro de Grêmio tinha que ocorrer sobre a circunstância de nova batalha e contra aquele mesmo adversário que imortalizou nosso atleta. Ontem fomos Sandro Goiano em toda sua essência: força, raça, ganha, transpiração e vontade. E que dramático esse 4 a 3 em um Olimpico tomado de nossa gente.
Tão importante quanto a vitória que mantém viva nosso sonho de Libertadores, foi a homenagem realizada pelo torcedor a um ícone desta rotamada gremista. Justíssima e bela.
Resgatando o seu começo, Sandro Goiano chegou a Grêmio no pior momento da nossa história. O destino reservou para ele a missão de ser o capitão que conduziu nosso clube de volta para o lugar de onde nunca deveríamos ter saído.
E desde então é merecedor de homenagens. O clube já o fez eternizando seus pés no cimento do Monumental (ao lado de grandes heróis). Ontem, ao completar seu jogo 100, foi a nossa vez de entoar nosso muito obrigado. “Sandro Goiano… E dale Sandro Goiano”. Que bela homenagem!
Sandro é merecedor. Sintetiza na sua essência o espírito de Grêmio. Um volante de bravura e voluntarioso. Defende como poucos e tem habilidade para construir junto ao ataque. Um guerreiro do nosso meio-campo.
Ouso a dizer que ele não é mais tão goiano assim.
Ele é Sandro Gaucho. O Sandro de Grêmio.






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